O governo do Distrito Federal sancionou uma alteração na Lei 7.845 para retirar dois imóveis públicos da lista de ativos que poderiam ser usados para a capitalização do BRB, o banco público da região. A medida visa resguardar o patrimônio da cidade enquanto reequilibra as contas do banco.
A modificação foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal na noite de 11 de maio. Os imóveis excluídos são a Gleba A da Serrinha do Paranoá e o terreno da Secretaria de Saúde localizado no Setor de Indústria e Abastecimento, o SIA.
Antes, a lei listava nove imóveis que poderiam servir como aporte para recompor o capital do BRB. Entre eles, o Centrad — Centro Administrativo do Distrito Federal —, que está fechado desde a inauguração em 2014.
A retirada desses imóveis já havia sido aprovada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em 29 de abril, em votação realizada em dois turnos. A decisão reforça o movimento de reorganizar ativos públicos para recompor o capital do BRB.
Com a exclusão, os imóveis deixam de compor o conjunto de bens públicos que poderiam ser usados para cobrir prejuízos dos negócios realizados com o BRB. A medida reflete o equilíbrio entre proteção do patrimônio da cidade e a necessidade de fortalecer as finanças do banco. Você concorda com essa estratégia de usar ativos do governo para capitalizar o BRB? Deixe seu comentário abaixo com sua visão sobre o tema.
