Jason Collins, ex-jogador da NBA, morreu aos 47 anos após oito meses de tratamento contra um glioblastoma, tumor cerebral agressivo. A liga confirmou a notícia por meio de comunicados oficiais.
Diagnosticado em setembro do ano passado com glioblastoma em estágio 4, Collins ficou marcado como o primeiro atleta abertamente gay a jogar na NBA, tornando-se símbolo de representatividade no basquete.
A despedida ganhou contorno ainda mais triste no mesmo dia em que Brandon Clarke, do Memphis Grizzlies, também faleceu, conforme anúncio do agente nas redes sociais. A homenagem ocorreu antes do quinto jogo das semifinais entre San Antonio Spurs e Minnesota Timberwolves, no Frost Bank Center, com um minuto de silêncio e imagens exibidas nos telões.
Ao longo de 13 temporadas, Collins atuou principalmente como pivô, especialmente pelo Brooklyn Nets, com passagens por Rockets, Hawks, Celtics, Grizzlies, Timberwolves e Wizards. Ele foi escolhido na 18ª posição no Draft de 2001 pelo Houston Rockets.
Depois de se aposentar em 2014, ele manteve relação com a NBA como embaixador, envolvendo-se em iniciativas institucionais e sociais, incluindo o programa NBA Cares.
A família divulgou uma nota por meio da liga, destacando que Collins “mudou vidas de maneiras inesperadas e foi uma inspiração para todos que o conheceram e para aqueles que o admiravam de longe”. Eles agradeceram pelas orações e pelo atendimento médico recebido ao longo dos oito meses.
Especialistas e fãs lamentam a perda de um ícone que ajudou a abrir caminhos para atletas LGBTQ+ no basquete e além, reforçando o papel da liga na cultura do esporte.
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