OMS mantém classificação de ‘risco baixo’ a cruzeiro com casos de hantavírus

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A Organização Mundial da Saúde confirmou que o risco de hantavírus associado ao cruzeiro Hondius continua classificado como baixo. A embarcação deve atracar em Roterdã, na Holanda, na segunda-feira (18), a partir das 5h (horário de Brasília), quando as 27 pessoas que ainda estão a bordo devem desembarcar: 25 integrantes da tripulação e dois membros da equipe médica.

A OMS informou, em boletim divulgado neste domingo, que a avaliação de risco foi recalibrada com base nas informações mais recentes, mantendo o nível global de preocupação baixo. Ainda que novos casos possam surgir entre passageiros e tripulação, o organismo destaca que a transmissão entre seres humanos exige contato muito próximo.

O surto de hantavírus, vírus pouco comum e sem vacina ou tratamento específico, já deixou três mortes. A Organização Mundial da Saúde ressalta que dezenas de países mantêm vigilância de suspeitos e de contatos, reforçando a necessidade de monitoramento intenso em todo o trajeto do Hondius.

Segundo a OMS, o contágio humano ocorre apenas com contato próximo, o que sustenta a avaliação de risco considerada baixa no momento. O foco atual é o desembarque seguro em Roterdã e a implementação de medidas de controle para evitar novos surtos entre passageiros e equipes de apoio.

Contexto: o Hondius chamou atenção global após o surgimento do foco de hantavírus no início de maio. Com a chegada à Holanda, as autoridades continuarão avaliando casos potenciais entre quem esteve a bordo, enquanto a vigilância permanece atuante em várias regiões. O objetivo é reduzir qualquer possibilidade de transmissão e encerrar a situação com a devida proteção à saúde pública.

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