Uiramutã, em Roraima, é apontada como a pior cidade do Brasil em qualidade de vida pelo IPS Brasil 2026, com 42,44 pontos. O relatório avalia o desempenho social e ambiental das cidades em uma escala de 0 a 100.
O IPS Brasil 2026 utiliza 57 indicadores de fontes públicas para medir saneamento básico, moradia, segurança, saúde e acesso à educação superior. A média nacional de progresso é de 63,40 pontos, evidenciando uma distância considerável entre áreas com pior desempenho e o restante do país. A edição destaca que, na Amazônia Legal, a combinação de baixa densidade populacional e distância de grandes centros contribui para notas mais baixas.
Entre as 20 cidades com as menores pontuações, 11 pertencem ao Pará, sinalizando um desafio regional significativo. Abaixo, as 10 piores cidades do Brasil, com suas respectivas notas:
- Uiramutã (RR) – 42,44
- Jacareacanga (PA) – 44,32
- Alto Alegre (RR) – 44,72
- Portel (PA) – 45,42
- Amajari (RR) – 45,58
- Pacajá (PA) – 45,87
- Anapu (PA) – 45,91
- Japorã (MS) – 46,23
- Santa Rosa do Purus (AC) – 46,70
- Uruará (PA) – 46,80
O relatório ressalta que os municípios com as notas mais baixas costumam apresentar baixa densidade demográfica e localização distante de grandes centros urbanos. Nos indicadores da dimensão “Oportunidades”, que analisa direitos individuais e inclusão social, o IPS aponta a menor média entre as áreas avaliadas.
O IPS Brasil 2026, atualizado anualmente, serve como referência para acompanhar a evolução da qualidade de vida nas cidades e orientar políticas públicas voltadas a melhorias em serviços básicos, saúde, educação e bem-estar da população. Meta descrição: o estudo destaca baixa qualidade de vida em municípios da Amazônia Legal, liderados por Uiramutã, RR, e oferece um panorama útil para ações governamentais e locais.
