O presidente dos Estados Unidos, em seu segundo mandato, afirmou que as negociações com o Irã avançam de forma ordenada e construtiva e que não há pressa para fechar um acordo sobre o programa nuclear. Em redes sociais, ele criticou o pacto assinado no governo anterior e disse que as tratativas atuais seguem em direção diferente, mantendo as sanções econômicas ativas até que um entendimento seja concluído.
O tema ganhou novo impulso após dias de negociação entre Washington e Teerã. No sábado, 23 de maio, Trump disse que avaliaria uma nova proposta iraniana e decidiria, até este domingo, se retomaria ações militares. Em entrevista ao Axios, o presidente adotou um tom mais duro: “Ou chegamos a um bom acordo ou vou explodi-los em mil infernos”. Ele avaliou em “50%” as chances de um entendimento e disse que continuará a discutir o tema com seus principais assessores de segurança nacional.
“O bloqueio permanecerá em pleno vigor até que um acordo seja alcançado, certificado e assinado”, afirmou o presidente. Além disso, ele mencionou que um dos pontos em pauta envolve a reabertura do Estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica para o transporte global de petróleo.
Sinais de avanço diplomático começaram a surgir após a atualização da Casa Branca, ocorrida após dias de negociações entre Washington e Teerã. Apesar do otimismo, autoridades reiteram que o objetivo é impedir o avanço do programa nuclear do Irã. O chefe da diplomacia dos EUA, Marco Rubio, reforçou que o Irã nunca poderá ter uma arma nuclear e que o país não pode desenvolver ou adquirir uma bomba nuclear.
A expectativa é de avanços diplomáticos que possam reduzir tensões na região internacional, com países e organizações observando cada etapa. Se as negociações seguirem estáveis, poderá haver uma guinada significativa para a região, mantendo a pressão sobre o Irã até a conclusão de um acordo sólido.
