O Bahia saiu de campo derrotado por 2 a 1 diante do Coritiba, no Couto Pereira, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista coletiva, o técnico Rogério Ceni avaliou que nervosismo e más escolhas na construção das jogadas pesaram no resultado e antecipou ajustes para a sequência da temporada.
Logo depois de abrir o placar, o Bahia viu o adversário crescer em situações de mano a mano. No primeiro tempo houve domínio, mas, na prática, o time passou a rifar bolas e a entrar em transições que facilitaram a vida do Coritiba. No segundo tempo, houve oportunidades, porém a defesa acabou cedendo gols de forma fácil e a construção do jogo demorou a aparecer.
“Quando tomamos o 2 a 1, aí nós começamos a dar o que eles gostam, que são essas transições”, comentou Ceni, destacando a transição entre o bom momento e a pressão externa que o time enfrentou ao longo da partida.
O treinador também lembrou o lado emocional do elenco e disse que não é possível blindar completamente os jogadores da cobrança externa. A ideia é manter a confiança, reconhecer o que tem funcionado e buscar ganhos físicos e ajustes táticos durante a pausa para a Copa do Mundo, para que o time possa retornar com mais consistência.
Sobre o elenco, Ceni sinalizou que saídas e chegadas podem ocorrer, mas não tratou a situação como uma reformulação. Algumas mudanças podem acontecer, mas a ideia é manter a identidade do Bahia, reforçando a necessidade de defender melhor e manter o equilíbrio dentro de campo.
Agora o Bahia foca no próximo desafio: o Botafogo, neste sábado, às 17h30, na Arena Fonte Nova. O time precisa da vitória para interromper um jejum de oito jogos sem vencer na temporada e recuperar a confiança para as rodadas finais do Brasileirão.
