Polícia de SC investiga mulher que mantêm cerca de 400 gatos em apartamento

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O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) anunciou medidas para pôr fim à insalubridade envolvendo cerca de 400 gatos mantidos em um apartamento em Concórdia, SC. Em parceria com a Polícia Civil e apoio de entidades de proteção animal e do IFC, o MP define ações de triagem, tratamento, castração, adoção responsável e retirada gradual dos animais em até seis meses, com acompanhamento contínuo das autoridades.

O caso ganhou contorno após a prefeitura denunciar a situação. Uma inspeção sanitária descreveu um acúmulo excessivo de felinos em ambiente insalubre, sem monitoramento adequado por parte da tutora. Na terça-feira, novo relatório apontou dificuldade de acesso ao imóvel por parte da tutora, caracterizando descumprimento do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado entre ela e o MPSC em 23 de abril.

Medidas imediatas e ações de longo prazo foram definidas para priorizar o bem-estar animal. O acordo prevê remoção gradual de todos os gatos, com prazo máximo de seis meses; atendimento veterinário para todos os animais dentro de 30 dias; castração, microchipagem e tratamento de saúde; encaminhamento de felinos saudáveis para adoção responsável, com apoio de entidades de proteção animal, do IFC e de clínicas parceiras; e a obrigação expressa de a tutora não acumular novos animais no apartamento.

A atuação das autoridades envolve autorização judicial para entrada imediata de equipes técnicas do município e do IFC, com possível uso de apoio policial, caso necessário, para viabilizar triagem, tratamento, castração e encaminhamento para adoção. O Polícia Civil confirmou que abriu um inquérito para apurar a situação, a pedido do MP, e o MPSC informou que continuará acompanhando o desenrolar do caso com rigor.

Plano de ação contempla a remoção gradual dos animais, atendimento e avaliação veterinária para todos em até 30 dias a partir da assinatura, castração, microchipagem para controle sanitário e tratamento de saúde; adoção de gatos saudáveis com suporte de entidades de proteção, IFC e clínicas parceiras, além de evitar o retorno ao acúmulo de animais no local. O MP reforça que acompanhará o cumprimento de prazos e ações.

O desfecho deverá incluir a fiscalização contínua para assegurar o bem-estar dos gatos e evitar repetição do problema. E você, o que acha das medidas para garantir cuidado adequado aos animais e responsabilidade de tutores? Deixe seu comentário com opinião e sugestões.

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