As eleições de outubro já mexem com os planos dos partidos em São Paulo, com quatro pré-candidatos disputando o governo do estado e o Senado. O calendário define convenções entre 20 de junho e 5 de agosto, conforme o TSE, e as siglas já começam a divulgar propostas e a estruturar alianças para a corrida estadual.
Na disputa paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos) busca a reeleição, com Felício Ramuth (PSD) na vice. A chapa faz parte da direita, com Flávio Bolsonaro (PL) concorrendo à Presidência da República ao lado. A aliança sinaliza o esforço de consolidar apoio em nível nacional e estadual.
O principal adversário é Fernando Haddad (PT), líder da esquerda, com a vice ainda por definir. A coalizão do PT é conduzida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em alinhamento com forças históricas da esquerda paulista.
Entre os nomes que aparecem fora do eixo principal, estão Paulo Serra (PSDB) e Kim Kataguiri (Missão). Ambos discutem possíveis alianças que possam ampliar o palanque em nível estadual e ampliar a competitividade da oposição ao governo atual.
A agenda de pré-campanha já inclui divulgação de propostas, entrevistas, debates e atividades nas redes sociais, além de viagens pelo estado e encontros com setores econômicos, sociais e lideranças locais. Os pré-candidatos podem mencionar a candidatura, participar de eventos partidários fechados e pedir apoio político (sem pedir voto).
Neste ano, além de eleger presidente, governador, deputado federal e deputado estadual, cada eleitor vai votar em dois candidatos ao Senado.
O que pré-candidatos podem fazer — divulgar propostas, participar de entrevistas e debates, travel pelo estado, buscar apoio político sem pedido explícito de voto e manter encontros com lideranças de diversos setores para dialogar sobre propostas para o estado.



À medida que as convenções se aproximam, leitores podem acompanhar as movimentações, avaliar propostas e participar da conversa sobre o futuro de São Paulo. Com propostas diferentes, os pré-candidatos prometem ampliar o debate público e potencialmente redefinir as prioridades do estado.
E você, qual candidato ou proposta acha que representa melhor os interesses de São Paulo? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa com respeito e qualidade.
