A definição da primeira suplência da reeleição de Jaques Wagner (PT) na Bahia segue sem anúncio oficial. Em entrevista ao Bahia Notícias, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) destacou que a base governista trabalha de forma tranquila e dentro do calendário eleitoral, com as posições centrais da chapa já traçadas. As conversas sobre as vagas remanescentes permanecem em curso, sem pressa, para manter o conjunto alinhado.
Jerônimo reforçou que a chapa está basicamente definida em termos de cargos: há o governador, o vice e os dois senadores. O PT afirma que permanece dialogando com os partidos para complementar o grupo, sem entrar em atritos ou repetir a pressa de outras rodadas. O objetivo é sustentar a linha de campanha e garantir que a composição principal esteja consolidada dentro do cronograma.
A disputa pela primeira suplência envolve atualmente dois nomes que aparecem com frequência nos bastidores: a deputada federal Lídice da Mata, presidente estadual do PSB, e o ex-prefeito de Salvador Edvaldo Brito, ligado ao PSD. Na última semana, a bancada do PSD na Assembleia Legislativa da Bahia divulgou apoio público à indicação de Edvaldo para a vaga.
Entre os cotados para compor a chapa de Wagner, Lídice aparece como uma das opções em foco. A leitura de bastidores aponta que a deputada pode abrir mão de mais um mandato na Câmara para assumir a suplência no Senado, fortalecendo o equilíbrio entre as siglas que integram a base e mantendo o PT como principal articulador do acordo político.
O embalo estratégico revela uma costura entre PSB, PSD e o núcleo do PT, com a meta de manter o palanque coeso e evitar rupturas futuras. As tratativas devem seguir, sem pressa, até que haja uma definição mais clara de quem ocupará a primeira suplência e como isso impacta a estratégia de campanha no estado.
E você, qual nome acha mais adequado para a suplência de Jaques Wagner? Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre o futuro da chapa na Bahia.
