A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) solicitou ao Ministério Público Federal (MPF) a suspensão imediata do recurso de localização em tempo real do Instagram, conhecido como “Mapa”, lançado pela Meta nesta semana. Ela aponta riscos à privacidade digital e à segurança, especialmente para mulheres, crianças e idosos, diante da possibilidade de expor dados sensíveis de usuários.
Hilton criticou a forma como a ferramenta foi disponibilizada, destacando que um simples erro de configuração pode revelar a localização de pessoas. Em publicações nas redes, a parlamentar questionou a integração do recurso às mensagens diretas e reforçou as vulnerabilidades que podem surgir quando dados de localização ficam acessíveis a terceiros.
A deputada também alertou para potenciais consequências criminais, como perseguição, violência e roubos, que podem ocorrer se informações de localização caírem em mãos erradas. O Mapa permite visualizar a localização de contatos e conteúdos geotaggeados dentro da área de mensagens, elevando o risco de crimes contra privacidade.
Especialistas lembram que ferramentas de localização exigem salvaguardas rigorosas, com políticas de privacidade claras e controles simples de uso. A defesa de Hilton reforça a necessidade de avaliação regulatória sobre lançamentos de recursos que manejam dados de localização em tempo real, assegurando orientação aos usuários e opções de desativação fáceis de encontrar.
Qual é a sua visão sobre esse tema? Você acredita que ferramentas de localização podem ser úteis ou representam um risco real à privacidade? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como você gerencia sua privacidade online. Palavras-chave: privacidade digital, localização em tempo real, Instagram Map, Erika Hilton, MPF.
