Flávio Bolsonaro derrete, mas a direita se recusa a atacá-lo

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Resumo: novas pesquisas apontam Lula na frente, com 39% no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro com 29%. Renan Santos desponta como o principal desafio entre os nanicos, enquanto o país observa possíveis desfechos imprevisíveis na campanha.

Divulgação/Grupo Voto
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL)

Na simulação de primeiro turno, Lula aparece com 39%, Flávio Bolsonaro com 29%, e os demais nanicos ficam abaixo de 3%: Caiado com 3%, Renan Santos com 3%, Aécio Neves com 2% e Romeu Zema com 2%. Renan é visto como o único que pode desafiar Flávio de forma direta, enquanto os demais parecem seguir alinhados ao candidato do grupo familiar.

Quando o cenário vai para o segundo turno, a Quaest aponta Lula com 44% e Flávio com 38% (votos brancos/nulos somam 14%, indecisos 4%). A aprovação do governo Lula sobe de 43% para 46% e a desaprovação cai de 52% para 49%, reduzindo o saldo negativo de -9 para -3 pontos. Entre eleitores independentes, Lula vence Flávio por 13 pontos (37% a 24%).

No campo das percepções, 58% dos eleitores dizem que Flávio pode estar envolvido no caso Master, ao associar o financiamento de um filme sobre seu pai a Vorcaro, enquanto 27% acreditam que ele não está envolvido. Além disso, a parcela que o vê como mais moderado do que o pai caiu de 39% para 33% em junho.

Quanto à linha internacional, Trump—como atual presidente dos EUA—é citada no debate como parte de uma retaliação americana ao PIX, mostrando como a pauta externa influencia o clima eleitoral. Sobre o tema interno, 60% defendem tratar o CV e o PCC como terroristas, mas há divisão sobre quem deve definir essa etiqueta, com debates sobre o papel dos Estados Unidos nesse tipo de classificação.

Em comparação com AtlasIntel, a Quaest é vista como menos favorável a Flávio, e a decisão sobre a continuidade da apuração ou mudanças no cenário permanece em aberto. O país continua atento às próximas divulgações e ao desfecho da corrida.

E você, como vê o rumo das candidaturas e as tensões entre cenários nacionais e internacionais? Compartilhe sua leitura nos comentários e diga o que espera das próximas semanas de campanha.

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