Funcionário do Pentágono reagiu nas redes sociais, após a morte do líder da facção venezuelana Tren de Aragua, ordenada por Trump

Um funcionário do Pentágono reagiu nas redes sociais, neste sábado (13/6), à morte de Hector Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, líder da facção Tren de Aragua. A operação conjunta entre EUA e Venezuela, ocorrida na sexta-feira (12/6), encerra mais um capítulo da atuação da gangue no hemisfério.
Patrick Weaver, subchefe de gabinete do secretário de Defesa, destacou que a morte do líder envia uma mensagem clara à América Latina: não há refúgio para narcoterroristas em nosso hemisfério. O Departamento de Guerra e a Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis (A3C) continuarão a cumprir a promessa do presidente Trump, afirmou.
Segundo Weaver, a morte de Niño Guerrero “envia uma mensagem clara à América Latina: não há refúgio para narcoterroristas em nosso hemisfério. O Departamento de Guerra e a Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis (A3C) continuarão a cumprir a promessa do presidente Trump”, afirmou.
Donald Trump, na mesma linha, afirmou ter dado a ordem para matar o faccionado. Segundo ele, o ataque foi rápido, letal e executado com sucesso, mirando “o infame líder do Tren de Aragua, uma das organizações terroristas mais sanguinárias do planeta”.
Tren De Aragua was the consequence of a weak Biden Administration, preying on open borders to bring narco terrorism into the American heartland.
President Trump promised retribution for the murder of Laken Riley, Jocelyn Nungaray, and the scourge of Aurora, Colorado. The War…
— Patrick Weaver (@PatrickWeaverPA) June 13, 2026
Weaver também citou três episódios envolvendo venezuelanos ilegais nos EUA ocorridos em 2024, sob o governo do então presidente Joe Biden, para contextualizar a atuação da gangue no país.
A estudante de enfermagem Laken Riley, estudante de 22 anos morta na Geórgia, foi vítima de um venezuelano que cruzou a fronteira ilegalmente. A morte virou símbolo no início do segundo mandato de Trump, gerando lei que facilita a deportação de acusados por crimes, mesmo sem julgamento.
Outro caso envolve Jocelyn Nungaray, de 12 anos, encontrada morta no Texas. A autópsia indicou sequestra, estrangulamento e violência sexual por dois venezuelanos, presos na fronteira e liberados antes da audiência de imigração. Pouco antes do crime, eles haviam sido detidos, mas liberados sob compromisso de comparecer ao tribunal.
Flagelo de Aurora
O episódio conhecido como “Flagelo de Aurora”, no Colorado, está ligado à crise de segurança pública associada à facção Tren de Aragua. Uma moradora gravou um vídeo em que pelo menos nove homens da gangue, armados, circulavam pelo prédio tentando arrombar portas para extorquir moradores. Um venezuelano morreu pouco depois da gravação.
Esta sequência de eventos, segundo a narrativa apresentada, é apresentada como resposta a uma série de ações associadas à facção e ao que é visto como falhas de governança na fronteira. O tema segue rendendo debates sobre segurança, imigração e políticas de combate ao narcoterrorismo no hemisfério.
Como você lê esses acontecimentos e a relação entre operações de segurança, política externa e gestão de fronteiras? Compartilhe seus pontos de vista nos comentários abaixo para enriquecer o debate público.
