Operação Black-Tie: PCDF e MPDFT investigam possível esquema de corrupção no DF
Aviso rápido: A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou nesta manhã a Operação Black-Tie, em parceria com o MPDFT, para apurar possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo servidores públicos e privados. A ação incluiu buscas no Palácio do Buriti, em Planaltina e no Noroeste, com a apreensão de um pen drive. O alvo é Luiz Carlos de Sousa, assessor comissionado da Secretaria de Economia, que ganha R$ 13 mil e acumula R$ 2 mil como conselheiro do Fundo de Apoio ao Esporte. A apuração teve início em fevereiro de 2025 e envolve um ex-secretário da gestão Ibaneis Rocha.
Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em imóveis localizados em Planaltina e no Noroeste, além de uma ordem judicial no Anexo do Buriti. A operação foi conduzida pela Delegacia de Repressão à Corrupção (DRCOR) da PCDF, em conjunto com o MPDFT.
Durante a ação, a polícia apreendeu um pen drive na mesa de trabalho de Sousa, considerado peça-chave para as investigações que visam desvendar um possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa envolvendo agentes públicos e privados. A apuração também já envolve informações sobre a atuação de outros atores da relação entre o setor público e o setor privado.
A Secretaria de Economia informou que o mandado está ligado a um servidor da pasta vinculado à gestão anterior e que a diligência ocorreu apenas na área de Sousa. O órgão justificou que está colaborando com as autoridades para esclarecer os fatos e adotar as providências administrativas cabíveis.
As investigações tiveram início em fevereiro de 2025 e, segundo a coluna de Mirelle Pinheiro, do Metrópoles, envolve um ex-secretário da gestão Ibaneis Rocha. A operação é acompanhada pela DRCOR e pelo MPDFT, com o objetivo de esclarecer o suposto esquema entre agentes públicos e particulares.
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Conclusão prática: A operação destaca o papel da fiscalização e da imprensa na apuração de suspeitas de corrupção, com a participação de órgãos de controle e do Ministério Público. A própria Secretaria de Economia afirma colaborar com as investigações para esclarecer os fatos.
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