Operação investiga facção e bloqueia R$ 16,5 milhões na Bahia

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Uma operação integrada desarticula uma organização criminosa no Baixo Sul da Bahia: são 24 mandados, com 11 prisões e 13 buscas e apreensões, além do bloqueio de ativos de até R$ 16,5 milhões. A ação, chamada Tentaculum, envolve órgãos estaduais e federais para enfraquecer o tráfico, a lavagem de dinheiro e o uso de armas, atuando em Gandu, Itabuna, Vera Cruz e Jequié.

Reprodução/Polícia Federal
Operação investiga facção e bloqueia R$ 16,5 milhões na Bahia

A operação Tentaculum, deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Ilhéus, em parceria com a Delegacia Territorial de Gandu (ligada à 5ª Coorpin de Valença), resulta de investigações de cerca de dois anos que apontaram uma estrutura criminosa dedicada ao tráfico de drogas, ao comércio ilegal de armas e à lavagem de dinheiro, com atuação organizada no território.

Ao todo, são cumpridos 24 mandados, sendo 11 prisões e 13 buscas e apreensões, expedidos pela Vara Criminal de Gandu. As medidas foram executadas nos municípios de Gandu, Itabuna, Vera Cruz e Jequié, com o bloqueio de bens e ativos financeiros até o montante de R$ 16,5 milhões.

A operação mobiliza a Polícia Civil da Bahia, por meio da DIRPIN Sul e da 5ª Coorpin de Valença, além de unidades da Polícia Militar — como o CPR Recôncavo, a 60ª CIPM de Gandu, a CIPE Recôncavo, a CIPT-R e batalhões em Vera Cruz, Santo Antônio de Jesus, Valença e Itabuna.

A equipe investigativa aponta que a Ficco/Ilhéus reúne agentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e a Secretaria de Segurança Pública da Bahia. A ação busca desmantelar a estrutura financeira e operacional da organização, interrompendo o tráfico, a violência armada e as práticas de lavagem de dinheiro.

Para entender melhor o impacto dessa operação: o objetivo imediato é reduzir a capacidade de atuação da quadrilha, desestabilizando sua rede financeira, logística e de comando, ao mesmo tempo em que reforça a proteção da população local.

E você, o que acha dessas ações integradas no enfrentamento ao crime organizado? compartilhe suas opiniões nos comentários e ajude a levar esse debate às ruas e às redes.

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