Terremotos de 7,2 e 7,5 na escala de Ritcher atingiram a Venezuela nesta quarta-feira, devastando cidades e mobilizando equipes de resgate. Países ao redor do mundo prometeram solidariedade e apoio imediato. Até agora, os números oficiais apontam 164 mortos e 970 feridos; o Serviço Geológico dos EUA (USGS) aponta a possibilidade de dezenas de milhares de vítimas e perdas econômicas entre 1% e 7% do PIB, ressaltando a gravidade da situação.
Brasil: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou grande preocupação e consternação com a tragédia, assegurando envio de ajuda humanitária e de emergência. A Venezuela, através da presidente encarregada Delcy Rodríguez, agradeceu a demonstração de apoio. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, informou que pediu ao governo para enviar equipes de resgate e assistência médica. Também foi anunciada a participação de Cuba, com profissionais de saúde já a caminho para colaborar com as operações de socorro.
Estados Unidos: o governo se manifestou por meio das redes sociais, com Donald Trump, em seu segundo mandato, destacando a disposição de ajudar, e com o secretário de Estado, Marco Rubio, informando o envio de equipes de busca, recursos médicos e assistência humanitária. O presidente ressaltou que as agências devem agir rapidamente para apoiar os venezuelanos.
Guiana: o presidente Irfaan Ali expressou solidariedade, afirmando que os vizinhos estão prontos para ajudar dentro de suas possibilidades. Delcy Rodríguez agradeceu a mensagem de apoio, destacando os laços de vizinhança entre os povos venezuelano e guianense.
China: o governo chinês afirmou estar pronto para enviar o que for necessário para ajudar a Venezuela. Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, destacou a confiança na recuperação do país, sob a liderança de seu governo. Saiba mais assistindo ao vídeo abaixo.
A solidariedade internacional evidencia uma rede de cooperação diante de um desastre de grande escala, com respostas que vão de apoio médico a ações diplomáticas, refletindo também a preocupação econômica com a região. E você, o que acha das iniciativas anunciadas até aqui? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa.
