Com 15 kg aos 8 meses, bebê já veste roupas de crianças de 5 anos

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Vida & Estilo

Mãe relata rotina com bebê de 15 kg e custos de mais de R$ 25 mil gerados pelo crescimento acelerado do filho

Reprodução/Instagram
Bebê de oito meses pesa 15 kg e usa roupas de crianças de 5 anos

Um bebê de oito meses já pesa 15 kg e veste roupas de crianças de cinco anos, revelando uma rotina marcada por desafios logísticos e custos que já passam de 25 mil reais. A mãe, Jessica High, explica que o foco é o bem?estar do filho, acompanhado de perto por um pediatra, enquanto a história ganha visibilidade mundial.

Axyl já não cabe mais em roupas infantis, o que levou a família a mandar fazer um berço sob medida. Calçados são difíceis de encontrar, e itens para os pés largos ficam rapidamente fora de uso. A cada medida tomada, a família enfrenta novas necessidades — o bebê já é descrito como mais pesado do que um pneu de SUV.

Mesmo com os gastos crescentes para renovar enxoval em tempo recorde, a mãe assegura que a família não está falida — apenas que a velocidade com que os itens se tornam inúteis é surpreendente. Cuidar de Axyl passou a exigir apoio de duas pessoas em várias tarefas diárias.

A internet reage com curiosidade e, em alguns casos, críticas. Alguns internautas levantam hipóteses sobre problemas metabólicos, enquanto outros insinuam alimentação forçada. Na prática, a dieta do menino consiste em 1,1 litro de fórmula diária e dois potes de papinha. O pediatra, com excelente reputação, afirma que Axyl está saudável e sem qualquer indicação de risco médico.

A história remete ainda ao período da gestação, quando já se observava o tamanho do bebê — que chegou a exigir cadeira de rodas por conta dos chutes durante a gravidez. Atualmente, Axyl recebe apoio em vários cantos do planeta, com seguidores na Índia, no Reino Unido e na Austrália.

Para a mãe, o objetivo não é a fama, mas usar a visibilidade para combater preconceitos. Ela pretende que a rotina de Axyl ajude a normalizar o desenvolvimento de crianças que crescem fora do padrão e que a mensagem seja de empatia: ser diferente não é ruim, desde que o foco permaneça no bem?estar e na construção de um filho gentil e confiante.

E você, já viu histórias semelhantes ou tem ideias sobre como a sociedade pode acolher melhor crianças com crescimento atípico? Compartilhe seus pensamentos nos comentários — vamos conversar sobre respeito, bem?estar infantil e inclusão.

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