Cristão prega a voluntários de resgate do terremoto na Venezuela: “O Senhor tudo pode”

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O fotógrafo cristão Isaac Paniza percorre cidades venezuelanas devastadas por dois fortes terremotos, registrando as operações de resgate e levando mensagens de fé a voluntários que trabalham para salvar vidas, em meio a uma ampla resposta de emergência no país.

Durante o trabalho, Paniza fotografou as ruas de La Guaira e as áreas mais atingidas, capturando o esforço de bombeiros e voluntários. Em meio aos escombros de um prédio, ele presenciou uma equipe tentando retirar Angie Ramírez (nome preservado) de sob duas vigas, com colegas oferecendo água para manter a menina consciente.

No calor da operação, o fotógrafo cristão manteve o foco na fé que move aqueles que não descansam. Ele conversou com Davi, um voluntário visivelmente abalado, e reforçou a mensagem: “Temos fé em Deus que vamos tirá-la de lá. Sou da cidade de Naigata, tenho uma tia presa aqui no 100º andar”.

O abalo foi sentido com força na noite de quarta-feira, quando terremotos de magnitude 7,5 e 7,2 atingiram a Venezuela; o tremor também foi percebido em cidades do norte do Brasil, como Manaus e Belém. Até o momento, 235 pessoas morreram e 4.300 ficaram feridas, com prédios inteiros desabando e parte da infraestrutura comprometida.

Busca por desaparecidos — equipes de resgate trabalham 24 horas para localizar sobreviventes nas áreas atingidas. Mais de 200 pessoas estão sob os escombros, e milhares continuam desaparecidas em todo o país. Brasil, Estados Unidos e Europa enviaram equipes para apoiar as operações, enquanto a presidente venezuelana Delcy Rodríguez declarou estado de emergência e destacou os esforços para salvar o maior número possível de vidas.

Durante as ações, Paniza manteve o tom de esperança que guiou suas imagens: a fé pode sustentar quem arrisca tudo para salvar alguém, mesmo ainda desconhecido. Ele reforçou que a coragem diante da tragédia é possível quando se acredita em algo maior e na ajuda entre as pessoas.

E você, o que acha dessa mobilização humanitária que surge entre dor e solidariedade? Compartilhe seu ponto de vista, experiências ou reflexões nos comentários e participe da conversa sobre como comunidades podem se unir em momentos tão difíceis.

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