O jornalista e influenciador Hananya Naftali aponta que o maior desafio de Israel hoje é enfrentar mentiras nas redes sociais, e ele usa vídeos para levar a verdade sobre o país até o público brasileiro, egípcio e libanês, entre outros. A entrevista oferece um retrato claro de como a defesa de Israel ganha força na linha de frente digital.
Naftali, que já atuou nas Forças de Defesa de Israel e lutou contra o Hamas, lembra que Israel não busca guerras nem gosta de matar pessoas. “Israel não é um país que gosta de guerras. Eu já estive em guerras; preferimos ficar em casa com nossas famílias”, ele afirma. Ainda assim, reforça que ninguém fará esse trabalho por Israel — é preciso agir para contar a história verdadeira.
Como jornalista e influenciador, Naftali assume a responsabilidade de espalhar a verdade sobre o país. “Para mim, esse é um dos maiores desafios: conquistar a atenção das pessoas e explicar que nem sempre cabem todas as nuances em uma única frase”, comenta. O tema é tratado como uma batalha contínua, em que a clareza precisa superar a velocidade das mensagens enganosas.
Entre os impactos positivos, Naftali destaca o alcance das redes sociais. Ele lembra de feedbacks que recebeu: de um participante de Oriente Médio que disse, “Eu sou do Egito. Gosto de tudo que você publica, é exatamente o que meu povo precisa ouvir.” E de um e-mail enviado por alguém do Líbano: “Abro a janela e vejo a bandeira do Hezbollah, mas meu coração está com vocês. Quero que libaneses e israelenses possamos nos encontrar para construir nosso futuro.”
Luta pela verdade O influenciador observa que a geração atual discute muitos temas online e que, para ele, vencer esse campo exige mostrar a realidade de forma simples e humana. Ele não se vê como monstro nem como figura distante; lembra que acordamos para trabalhar, cuidar da família e buscar a paz, algo que precisa ser comunicado com empatia.
O poder das redes Naftali afirma que o alcance pode superar fronteiras. “Às vezes, uma publicação sobre a minha casa chega a alguém no Irã ou no Líbano”, relembra. Esse retorno, segundo ele, motiva a continuar levando informações verdadeiras, mesmo diante das dificuldades de comunicação em plataformas digitais.
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E você, qual o papel das redes sociais na compreensão internacional sobre Israel? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como as informações digitais influenciam sua visão sobre o conflito, a convivência entre povos e a busca pela paz.
