
No segundo dia da greve dos motoristas de ônibus no Rio de Janeiro, passageiros enfrentam lotação e falta de veículos, enquanto a audiência de mediação prevista para as 11h no TRT-1 busca encerrar o impasse. O COR orienta a população a usar metrô, trens e barcas, que operam normalmente.
Os rodoviários cobram piso de R$ 4 mil para motoristas de ônibus convencionais e R$ 5 mil para condutores de ônibus articulados, além de aumento do vale-alimentação e da adoção da jornada de trabalho 5×2.
Segundo o Rio Ônibus, cerca de 1,250 ônibus estão circulando — o mínimo previsto era de 1,8 mil, o que representa 50% da frota. O número é maior do que o registrado na madrugada anterior; não houve novos registros de vandalismo.
O COR reforça a orientação para a população priorizar deslocamentos por metrô, trens e barcas, enquanto a operação de ônibus segue com o mínimo de 50% da frota, conforme decisão judicial.
A operação contará ainda com reforço das equipes de estações, segurança, manutenção e monitoramento operacional, com atuação dedicada para orientação e suporte aos clientes durante todo o período de maior fluxo.
A TrensRJ informou que preparou uma operação especial com reforço na oferta de viagens, incluindo 30 viagens extras ao longo do dia e redução dos intervalos entre trens nos horários de pico. A concessionária também monitora as estações em tempo real e pode ajustar a operação conforme necessário para maior fluidez e segurança.
Sobre o trânsito de superfície, a MOBI-Rio informou que, às 6h, o sistema BRT registrou 26% a mais de frota em operação do que na segunda-feira, chegando a 68% do plano operacional durante os horários de pico.
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