Justiça tenta localizar Gkay em ação de cobrança de R$ 1,8 milhão

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo: O Banco do Brasil moveu cobrança contra a influencer Gkay, avaliando dívida de cerca de R$ 1,8 milhão. Após não localizar a influenciadora, a instituição pediu novas diligências para citá-la no processo, que tramita na 1ª Vara Cível de Pinheiros.

A dívida remonta a dezembro de 2025, quando o BB acionou Gkay alegando que ela contratou um empréstimo para quitar débitos anteriores com o banco. Segundo a ação, o acordo previa o pagamento em 96 parcelas, mas os pagamentos não foram quitados, abrindo espaço para a cobrança judicial.

Para localizar a influenciadora, o banco recorreu a bases oficiais como SISBAJUD e SERASA. Em janeiro, o juiz da 1ª Vara Cível de Pinheiros determinou a citação de Gkay, mas as tentativas por cartas e oficiais de justiça não obtiveram sucesso até o momento. O BB pediu aos tribunais novas diligências para encontrar um endereço atualizado.

Em 23 de junho, o BB solicitou a citação em seis endereços ligados a Gkay, obtidos a partir de consultas em bases oficiais. Uma vez citada, a influenciadora terá três dias para quitar aproximadamente R$ 1,8 milhão ou 15 dias para apresentar defesa e contestar a cobrança.

Caso a dívida não seja quitada após a citação, o banco pode pedir a penhora de bens para garantir o pagamento, conforme o pleito inicial. A ação deixa claro que, se necessário, bens de Gkay poderão ser penhorados para assegurar o crédito.

Este caso informa sobre a atuação de instituições financeiras em cobranças envolvendo personagens da internet, destacando a importância de procedimentos legais bem definidos e da defesa adequada dentro dos prazos judiciais.

Abaixo, segue galeria com imagens associadas à cobertura, apresentando as fotos que acompanharam a matéria sobre Gkay e a cobrança do BB. Clique nas imagens para ampliar.

Se você acompanha o tema ou tem opinião sobre cobranças envolvendo celebridades, compartilhe seus pensamentos nos comentários. Como você enxerga o equilíbrio entre dívidas pessoais e a exposição pública de figuras da internet?

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