MP faz nova denúncia contra Deolane Bezerra e aponta crime cometido durante período de prisão domiciliar em 2024

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo: Deolane Bezerra, influenciadora e advogada, foi denunciada pelo Ministério Público de São Paulo por suspeitas de lavagem de dinheiro ligada ao PCC durante a prisão domiciliar em 2024. A denúncia, divulgada pelo g1, sustenta que prisões domiciliares não cabem em casos de organização criminosa violenta e aponta risco para a filha da influenciadora.

O documento, assinado por sete promotores, incluindo Lincoln Gakiya, afirma que houve movimentação de recursos por meio de uma empresa de transportes para beneficiar indivíduos ligados à investigação. A acusação liga Deolane a ações de lavagem associadas ao PCC, com indícios que reforçam o vínculo com a organização criminosa.

A defesa pediu a saída de Deolane da unidade prisional em Tupi Paulista, citando a filha de 12 anos. O Ministério Público afirmou que a custódia é necessária, destacando que a menina está sob os cuidados da avó e que o local oferece condições adequadas para a permanência da investigada, sobretudo diante das acusações de participação em organização criminosa.

Além de Deolane, a denúncia envolve outras pessoas, como Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior, Everton de Souza, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, Marco Willian Herbas Camacho — conhecido como Marcola — e Paloma Sanches Herbas Camacho. O Gaeco afirma que Deolane mantinha recursos ligados ao PCC em seus imóveis, no mesmo ambiente familiar onde a mãe responderia pela criança, fortalecendo o indício de participação no esquema.

A investigação segue para apurar todas as ações financeiras ligadas à organização criminosa, com o Ministério Público reiterando as denúncias e evidências apresentadas. Nos comentários, compartilhe sua opinião sobre o caso: você acredita que as medidas de custódia adotadas são adequadas ou há pontos que merecem debate público? Sua visão é importante para entender o impacto dessas decisões na segurança pública e na credibilidade das ações penais.

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