STJ adia julgamento de processo de Xuxa Meneghel que pode gerar prejuízo milionário para apresentadora

Escrito por: Diógenes Cunha

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O STJ adiou novamente o julgamento de um processo de direitos autorais entre Xuxa Meneghel e o publicitário Léo Soltz, que já dura 26 anos. A disputa gira em torno de quando devem começar a contar os juros moratórios e a correção monetária, pontos que podem alterar significativamente o valor devido e o desfecho econômico do caso, estimado em até R$ 50 milhões se o critério de cálculo for revisado.

Soltz moveu a ação nos anos 2000, reivindicando direitos autorais sobre a Turma do Cabralzinho, obra criada por ele e explorada em diversos produtos licenciados e em publicações em quadrinhos pela empresa de Xuxa, Xuxa Promoções e Produções Artísticas. Em todas as instâncias, o empresário saiu vitorioso.

O STJ analisa precisamente a forma de contagem: desde quando devem incidir os juros e a correção, no âmbito de condenações por violação de direitos autorais. A decisão pode redefinir o montante final, impactando não apenas este caso, mas precedentes sobre cobranças em casos de propriedade intelectual.

Caso o tribunal altere o critério, o valor devido a Soltz pode oscilar de modo relevante, mantendo o foco na proteção de direitos criativos e na remuneração de quem gera obras intelectuais. O tema também levanta debates sobre como ajustes financeiros devem ser aplicados em litígios de entretenimento no Brasil.

E você, o que pensa sobre essa disputa de longa data? Compartilhe nos comentários a sua opinião sobre o atraso do julgamento e o possível impacto financeiro para criadores e empresas do setor.

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