Santi Cazorla anunciou a aposentadoria do futebol aos 41 anos, encerrando uma carreira que encantou fãs por onde passou: Real Oviedo, Villarreal, Arsenal e a seleção espanhola. Foi um meio-campo criativo, capaz de driblar dificuldades físicas com a mesma precisão com que ditava o ritmo das jogadas no campo.
Formado no Oviedo, profissionalizou-se no Villarreal, onde ganhou espaço e reconhecimento de imediato. Em seguida, passou por Recreativo de Huelva e Málaga, antes de se tornar referência no Arsenal, clube com o qual levantou taças importantes. Também teve passagem pelo Al-Sadd, modelando uma trajetória rica em títulos e experiências internacionais.
Na seleção espanhola, Cazorla soma 81 jogos e 15 gols, consolidando-se como peça-chave de uma geração vitoriosa. Esteve presente nas Eurocopas de 2008 e 2012 e integrou o grupo que disputou a Copa do Mundo de 2014, contribuindo com sua visão de jogo e qualidade técnica para manter a Roja entre as maiores equipes do continente.
A carreira ficou marcada por uma grave lesão crônica no tendão de Aquiles direito, a partir de 2016, que quase levou à amputação do pé devido a uma infecção bacteriana. A recuperação foi longa: quase dez cirurgias, a perda de 8 cm do tendão e um enxerto de pele do braço para a perna, episódios que testaram sua paciência e determinação.
Apesar de todas as adversidades, a história de Santi Cazorla fica marcada pela superação, pela inteligência em campo e pela alegria que proporcionou aos torcedores. E você, quais momentos dessa carreira te marcaram? Compartilhe nos comentários suas lembranças, impressões ou opiniões sobre o legado do camisa 8 espanhol.
