Jaques Wagner minimiza ter sido vaiado no 2 de Julho e rebate críticas sobre atraso na ponte Salvador-Itaparica: “É desespero”

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Resumo: Em Salvador, Jaques Wagner minimizou episódios de hostilidade durante as comemorações do 2 de Julho e disse que a disputa parece uma guerra de torcidas típica de anos eleitorais. Ele ressaltou que a data é maior do que as disputas políticas, especialmente após a sanção presidencial que tornou Salvador a capital simbólica da efeméride.

Para o pré-candidato e ligado ao caso Master, cuja trajetória envolve o banqueiro Augusto Lima, a data festiva funciona como vitrine nacional, destacando a transferência da capital para Salvador como parte de uma celebração que supera as divergências partidárias.

“Uma vaia daqui, um aplauso dali, eu acho que é normal. O 2 de julho pra mim é maior do que isso tudo, ainda mais esse ano que ele virou uma referência nacional com a sanção pelo presidente Lula da transferência da capital do Brasil para Salvador no 2 de julho. Agora a guerra política é guerra política. Pra mim, é o normal do que acontece todo ano eleitoral”, afirma o senador.

Ao ser questionado sobre o vídeo publicado pelo ex-ministro João Roma, Wagner adotou um tom moderado, atribuindo as falas ao calor da disputa e destacando que o ex-ministro, natural do Rio, pode ser candidato. “É o calor da disputa eleitoral”, comentou.

Reveja o vídeo:

O senador também rebateu críticas da oposição, ligadas à prefeitura de Salvador, sobre o cronograma da ponte Salvador-Itaparica. Ele disse que as queixas refletem o descontentamento com a viabilização da obra e que a conclusão do projeto vem à tona para quem não acreditava na realidade.

Wagner destacou que o avanço dos pilares da ponte, assim como o metrô e o VLT, é uma realidade. Segundo ele, quem duvida pode apenas aguardar os próximos meses para ver a obra avançando.

O parlamentar, antiga liderança do governo no Senado, assegura que a continuidade dos pilares da Salvador-Itaparica vai encerrar as contestações técnicas e políticas sobre a viabilidade da obra nos meses que vêm.

E você, o que pensa sobre o peso da data histórica frente aos debates políticos atuais? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa.

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