Resumo: Durante as comemorações do 2 de Julho, em Salvador, o pré-candidato ao Senado pelo PL, João Roma, contestou declarações de Rui Costa e denunciou xenofobia ao ser apresentado com a alegação de não possuir “alma baiana” por ter nascido em outro estado. O episódio envolve ainda Jaques Wagner e o cenário eleitoral de 2026 na Bahia.
Roma estava presente no evento e, nas redes, classificou a fala de Rui Costa como preconceituosa, ironizando a suposta incoerência interna do grupo governista ao mencionar a origem fluminense do senador Jaques Wagner, nascido no Rio de Janeiro. Em suas redes, o pré-candidato relatou ter pego o celular no carro após o encontro e assistido a um “show de horrores” ao ouvir que não possuía alma baiana por não ter nascido na Bahia.
Roma destacu que a acusação de xenofobia revela um padrão de ataques usados na disputa política. Ele sugeriu que o mesmo tipo de rhetoric pode ser aplicado para atingir aliados, apontando a tensão entre lideranças municipais e estaduais. O episódio ampliou o debate sobre identidade regional no âmbito da política baiana e o papel das futuras candidaturas.
Já Jaques Wagner respondeu com tom moderado, lembrando que vive na Bahia há 52 anos e atribuindo ao calor do 2 de Julho parte da atmosfera acalorada. “É o calor, é o calor do 2 de Julho, todo mundo com a cabeça quente. Eu vivo aqui há 52 anos. Se o adversário está legalizado, pode concorrer; o problema não é a biografia, é o momento da disputa eleitoral”, afirmou, ao comentar a movimentação de Roma para a cadeira do Senado em 2026.
Como você percebe esse embate entre identidades regionais e estratégias eleitorais? O episódio revela um clima acirrado na política baiana e pode influenciar o cenário para as eleições de 2026. Conte a sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre o futuro político da Bahia.
