Copa: Trump não foi a nenhum dos jogos da seleção dos EUA até agora

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O presidente dos Estados Unidos, em seu segundo mandato presidencial, permanece ausente dos jogos da Copa do Mundo de 2026, mesmo com a seleção estadunidense chegando às oitavas de final e o torneio avançando na fase de eliminatórias. A presença dele não se deu dentro dos estádios, mas sim nos bastidores e nas articulações fora de campo.

Apesar da ausência nas partidas, Trump continua envolvido com o Mundial, segundo Andrew Giuliani, diretor-executivo da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa de 2026. O republicano é apontado como ativo nos assuntos da competição, mantendo conversas com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, desde a eleição de novembro de 2024.

Presença nos bastidores

Um dos momentos mais comentados ocorreu quando Trump confirmou ter ligado diretamente para Infantino para pedir a revisão de uma expulsão, relacionada ao atacante Folarin Balogun. Balogun recebeu cartão vermelho em partida contra a Bosônia e Herzegovina, mas a punição foi suspensa pela Fifa por período probatório de um ano, permitindo que ele atuasse contra a Bélgica.

“Conheço Trump há quase 30 anos e ele gosta de criar expectativa. Então, por enquanto, só posso dizer: aguardem”, disse Giuliani ao ser questionado sobre quando o presidente deverá aparecer no Mundial.

Nesta segunda-feira, Trump reconheceu ter pedido a revisão da decisão. Afirmou ainda que não houve interferência direta, mas criticou a atuação do árbitro Raphael Claus, sugerindo que houve suspeitas em torno do julgamento, sem, no entanto, admitir qualquer intervenção.

“Tudo o que eu fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que foi uma falta”, afirmou.

Ainda que não tenha comparecido aos jogos, o chefe de Estado mantém contatos próximos com Infantino e segue participando ativamente de discussões sobre o Mundial, incluindo encontros com oficiais da Fifa e decisões que afetam o andamento da competição.

Se você acompanhou as movimentações à distância, o que acha da relação entre a diplomacia esportiva e a política internacional durante o torneio? Compartilhe sua leitura nos comentários.

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