Resumo rápido: antes da eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega, o meio-campo já era apontado como o principal ponto a melhorar, segundo a 5ª rodada da Pesquisa Hexatômetro. A sondagem aconteceu em Salvador, com 400 pessoas ouvidas na véspera do confronto, em parceria entre a Duplamente Inteligência de Mercado e o Bahia Notícias.
O levantamento mostrou que 54,5% dos entrevistados consideraram o meio-campo a área que mais precisava de evolução. O dado ganhou peso após a queda no mata-mata, com a crítica centrada na criação insuficiente e na conexão tardia com o ataque, vistos como gargalos antes do jogo decisivo.
A defesa ficou em segundo lugar, citada por 26,5% dos participantes. A preocupação era enfrentar equipes de maior porte físico, com presença forte na bola aérea e ataque adversário, especialmente diante de jogadores de marcação e de finalização mais contundentes.
O ataque foi apontado por 19% como o setor que precisava evoluir. Mesmo com cobranças por gols, a pesquisa mostrava confiança em parte do elenco, particularmente em nomes como Vini Jr. e Matheus Cunha, que ainda eram vistos como pilares da fase ofensiva.
Com a eliminação, o Brasil encerrou a Copa do Mundo com 24 anos sem título, igualando o maior jejum da história entre conquistas globais. O intervalo rememora o período entre o tricampeonato de 1970 e o tetracampeonato de 1994.
Desde 1990, quando foi derrotado pela Argentina nas oitavas, a Seleção brasileira sempre avançou, no mínimo, às quartas de final. A derrota para a Noruega levou o time a igualar a pior campanha na era recente do mata-mata, após a fase de grupos, marcando um momento de avaliação para o ciclo seguinte.
E você, qual área precisa de mudanças na equipe para voltar a sonhar com o título? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre o papel do meio-campo, a resposta defensiva e as perspectivas para a próxima Copa.
