Resumo: O Novo vai oficializar a candidatura de Romeu Zema à Presidência em 27 de julho, em Brasília, com as convenções para confirmarem candidaturas entre 20 de julho e 5 de agosto. A sigla pretende concorrer sozinha no 1º turno, e o objetivo é apresentar o nome do ex-governador de Minas como opção ao eleitorado, alinhando-se aos planos de ampliar a bancada na Câmara e no Senado.
O partido já confirmou que seguirá sozinho na corrida presidencial neste primeiro turno. Mesmo tendo sido cotado pelo PL para a vaga de vice na chapa de Flávio Bolsonaro, Zema reiterou que continuará na disputa ao Planalto, “até o final”, segundo suas próprias palavras.
Sem um pré-candidato a vice definido, o ex-governador de Minas afirmou na terça-feira (7/7) que “parece que está tudo encaminhado” para que o empresário Geraldo Rufino seja escolhido como seu candidato a vice-presidente.
Filiado ao Podemos, Rufino ainda depende do aval da legenda para ter o nome oficializado. Segundo aliados de Zema, dirigentes do Novo já mantêm conversas com a presidente nacional do Podemos, Renata Abreu (SP). Hoje, o empresário é o favorito do entorno do ex-governador para compor a chapa.
Motivo da investida do Novo no Planalto: a linha de atuação da sigla é tornar o Novo mais conhecido e ampliar a bancada no Congresso. Em 2022, quando Felipe d’Avila foi candidato, a legenda não atingiu a cláusula de barreira, o que limitou o acesso à propaganda partidária e ao fundo eleitoral.
Entre 20 de julho e 5 de agosto, as convenções vão definir as alianças e consolidar a candidatura de Zema, enquanto o Novo segue com o objetivo de ampliar sua presença no cenário político nacional, buscando consolidar uma atuação independente na contenda eleitoral.
E você, como vê a movimentação do Novo em direção ao Planalto? Acredita que Zema tem potencial para ampliar a base do partido e influenciar o Congresso? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa.
