Nesta sexta-feira (10), o Tribunal Regional Eleitoral suspendeu o afastamento do vereador Diogo Azevedo (PSDB) de Vitória da Conquista por infidelidade partidária. A relatora Patrícia Didier de Morais Pereira concedeu parcialmente o recurso da defesa, restabelecendo imediatamente o mandato do parlamentar enquanto o mérito do caso é analisado.
A decisão, porém, não é definitiva. A desembargadora negou a suspensão integral, sustentando que o mandado de segurança não pode substituir recurso legal. Assim, Diogo Azevedo permanece no cargo até nova manifestação do TRE sobre o mérito do processo.
A denúncia apresentada pelo suplente Alisson Roberto (União) afirma que não houve justa causa para a desfiliação de Azevedo do União Brasil, legenda pela qual foi eleito nas eleições municipais de 2024. Em meio a isso, a liminar também interrompeu a posse do suplente, marcada para a terça-feira (14). O caso ainda prevê a oitiva de testemunhas, mantendo Diogo Azevedo na titularidade da vaga até o julgamento do agravo interno pela Corte Eleitoral de Salvador. Em alguns veículos, o parlamentar também é citado como Diogo Gomes.
Conforme o Blog do Anderson, parceiro do Bahia Notícias, o processo de justificativa partidária segue tramitando normalmente no TRE, com a audiência de testemunhas já prevista. A decisão liminar, portanto, preserva a continuidade do mandato de Azevedo até o desfecho do recurso e do agravo.
Esse caso evidencia como disputas sobre infidelidade partidária podem impactar mandatos locais e a atuação da Câmara de Vitória da Conquista. Como você enxerga essa intervenção do TRE e suas consequências para a vida política da cidade? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa.
