Em São Caetano do Sul, SP, o caso envolvendo o atentado contra o tenente Ronickson Pimentel dos Santos segue sem solução: a polícia aponta Nego Zum como piloto da moto usada no crime e ele acabou morto pela tropa da Rota na manhã de 9 de julho. Um segundo suspeito também morreu durante as buscas. Golias, principal suspeito de atirar no tenente, continua foragido, com ordem de difusão vermelha emitida pela Interpol e recompensa de R$ 50 mil pela localização.
O ataque, ocorrido no dia 27 de junho, ficou marcado pela premeditação. Imagens de câmeras de segurança mostraram a aproximação de dois criminosos em outra moto; o garupa atirou contra Pimentel a queima-roupa, enquanto os suspeitos fugiam. A polícia acredita que Zum era peça-chave para entender a motivação do crime, e as investigações têm se apoiado em registros de vídeo e na análise pericial.
Segundo o registro, o confronto que resultou na morte de Zum foi registrado por câmeras corporais dos policiais. Ainda assim, o delegado responsável afirmou que os vídeos só foram requisitados à Justiça e não estavam disponíveis de imediato para a Civil. A dinâmica do episódio, assim como os laudos periciais, é que deverá embasar as conclusões da investigação.
Entre os itens de prova, destacam-se as armas envolvidas: quatro armas de fogo apreendidas pela PM, incluindo dois fuzis 5,56 mm, duas pistolas Glock 9 mm, e as armas atribuídas aos mortos. Zum ficou com um revólver Taurus 38 com numeração raspada, com dois cartuchos deflagrados, dois picotados e apenas um intacto, segundo o registro policial. O segundo homem tinha uma pistola 9 mm com numeração suprimida, com três munições intactas no carregador.
Durante as buscas, foram registradas mortes adicionais ligadas ao desdobramento do caso: ao todo, sete pessoas foram mortas pela Rota em diferentes ocorrências relacionadas ao atentado. Entre as vítimas, está Elenilson Misael da Silva, o Galego, morto em Peruíbe. A SSP confirmou que Galego mantinha contatos com Hércules da Costa Siqueira, conhecido como Golias, apontado como provável autor do disparo contra o tenente, embora seu papel ainda não esteja esclarecido.
Golias continua foragido, com a busca intensificada pela Justiça, pela Polícia e pela Interpol, que manteve a Difusão Vermelha. O grupo que investiga o caso também prendeu três suspeitos de apoio aos executores; um deles, segundo as investigações, foi filmado abandonando a motocicleta utilizada no crime e recebendo dinheiro para o serviço. A Justiça paulista também oferece recompensa de R$ 50 mil por informações que levem ao paradeiro de Golias.
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E vamos acompanhar os desdobramentos: a investigação segue com a análise dos laudos periciais, das imagens captadas pelas câmeras e da avaliação de testemunhas para confirmar ligações entre as vítimas e o atentado. Enquanto Golias permanece desaparecido, a polícia reforça a vigilância, na esperança de levar os envolvidos à Justiça.
E você, o que acha dos rumos dessas investigações? Comente abaixo com suas opiniões sobre o andamento do caso, as pistas apresentadas pelas autoridades e as possibilidades de resolução.
