Morto pela Rota não tem relação com ataque a PM irmão de Eloá, diz SSP

Escrito por: Diógenes Cunha

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A SSP descartou qualquer relação entre o homem de 47 anos morto por policiais em Peruíbe, na noite de 2/7, e o atentado ao tenente Ronickson Pimentel dos Santos; a apuração aponta Galego como suposto envolvido, com a identidade real confirmada como Edeilson Misael da Silva.

A SSP informou que, até o momento, não há indícios de envolvimento de Elenilson Misael Da Silva, conhecido como Galego, na tentativa de homicídio ao tenente Pimentel, ocorrida no último sábado (27/6).

Galego foi morto após confronto a tiros com policiais da Rota na Rua Cuiabá, no bairro Ribamar, em Peruíbe. A região fica afastada do centro. A tropa de elite da Polícia Militar de São Paulo (PM-SP) esteve no município da Baixada Santista para apurar a denúncia de suposta participação no atentado, conforme o boletim de ocorrência, ao qual o Metrópoles teve acesso.

Segundo o boletim, a denúncia anônima à PM dizia que o suspeito estaria em um Chevrolet Montana. No local, Galego fugiu da abordagem, dando início à perseguição. Na tentativa de abordagem, houve uma troca de tiros; nenhum militar ficou ferido. Após o confronto, o resgate do suspeito foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Peruíbe, mas ele não resistiu aos ferimentos.

Foi apreendida uma pistola calibre 380 que pertenceria a Galego, e as armas dos militares da Rota foram recolhidas para investigação. A Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da ocorrência, com acompanhamento da Polícia Militar.

A reportagem do Metrópoles apurou que, embora conste no BO o nome Elenilson, o verdadeiro nome do suspeito morto em Peruíbe é Edeilson Misael da Silva, natural de Roraima; a confirmação ocorreu ao confrontar o nome da mãe e outros documentos do falecido.

Outro morto

Conforme publicado pelo Metrópoles, a PM descartou que o homem morto, na quarta-feira (1º/7), durante uma troca de tiros em Guaianases, na zona leste da capital paulista, tenha relação com o atentado ao tenente Pimentel. Este é o segundo caso de suposto suspeito no caso morto pela Rota.

E você, como interpreta as investigações até aqui? Compartilhe suas opiniões nos comentários e participe do debate sobre o andamento do caso.

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