Resumo rápido: o presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu nesta sexta-feira (17/7) que os Estados Unidos sejam a única sede de uma próxima Copa do Mundo, mesmo com a edição de 2026 já anunciada como sediada conjuntamente por EUA, México e Canadá. O país deverá receber a maior parte dos jogos — 78 de 104 — e a final entre Espanha e Argentina está prevista para o MetLife Stadium, em Nova York, num cenário de encontros com o presidente da FIFA, Gianni Infantino.
Evento com Infantino: À véspera da decisão do título, Trump, que está em seu segundo mandato, participou de um encontro na Trump Tower com Gianni Infantino. A conversa reforçou o peso americano no torneio e consolidou a ideia de que o país pode, no futuro, abrigar a Copa com maior protagonismo, caso a FIFA deseje repaginar o formato.
Palavras de Infantino: Em tom afirmativo, Infantino elogiou a edição de 2026, afirmando que a Copa “superou todas as expectativas” e que “o sonho americano se tornou realidade”. Em entrevistas e mensagens associadas ao encontro, o dirigente destacou que a competição avançou de forma histórica e que os fãs demonstraram apoio maciço em várias cidades dos EUA.
Provocações de Trump e ideias para o futuro: Em meio a brincadeiras, Trump disse que os organizadores da FIFA deveriam escolher os EUA novamente — desta vez potencialmente excluindo México e Canadá. Ele também provocou outra ideia: realizar a próxima Copa entre EUA e China, para encurtar os voos entre jogos e facilitar a vida dos atletas, fazendo rir quem acompanhava o diálogo.
Contexto e conclusão: Mesmo com o cenário atual de sedes compartilhadas, as declarações de Trump e as palavras de Infantino destacam o papel estratégico dos EUA no futebol mundial. A final entre Espanha e Argentina, prevista para acontecer ainda neste ciclo, aproxima-se do desfecho de uma edição que reforça a presença norte-americana no futebol global.
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