Resumo: Entre 2019 e 2022, a área urbana do Brasil cresceu 12,27%, com ganho de 5.954,99 km² de malha urbanizada. Em 2022, há 53.925 km² urbanizados (0,6% do território). Concentração costeira responde por 5,02% do território, mas 19,5% da área urbanizada. Composição: 48,8 mil km² (áreas urbanizadas), 1,6 mil km² (outros equipamentos), 503 km² (vazios intraurbanos) e 2,9 mil km² (loteamentos vazios). Densidade: 70,66% densas, 23,88% pouco densas e 5,46% loteamentos vazios.
Palavras-chave: urbanização, IBGE, áreas urbanizadas, densidade, Brasil, planejamento urbano.
Brasil registrou aumento de 12,27% na área urbana entre 2019 e 2022, com ganho de 5.954,99 km² de malha urbanizada, conforme levantamento do IBGE. Em 2022, a área urbanizada totalizou 53.925 km², equivalente a 0,6% do território nacional.
Principais componentes: áreas urbanizadas (moradias, comércio e indústrias) somam 48,8 mil km²; outros equipamentos urbanos, como aeroportos, portos e usinas, ocupam 1,6 mil km²; vazios intraurbanos totalizam 503 km²; e loteamentos vazios somam 2,9 mil km².
Densidade da urbanização: 70,66% das áreas são classificadas como densas, 23,88% como pouco densas e 5,46% correspondem a loteamentos vazios.
Observação metodológica: a analista da pesquisa, Andressa Rosas de Menezes, ressalta que o estudo não traz dados sobre o número de habitantes nem sobre verticalização das áreas mapeadas.
Concentração costeira: a ocupação urbana concentra-se em municípios litorâneos, respondendo por 5,02% do território, mas por 19,5% de toda a área urbanizada.
As informações integram o levantamento Áreas Urbanizadas do Brasil, divulgado pelo IBGE, com base na interpretação de imagens de satélite.
A adoção dessas métricas reforça a compreensão sobre como o solo é utilizado no país e pode influenciar políticas públicas, especialmente em áreas de mobilidade, habitação e sustentabilidade, conforme aponta o estudo do IBGE.
Resumo — IBGE mostra que 59,11% da área do Brasil está em Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, Mato Grosso e parte do Maranhão, mas esses estados respondem por apenas 14,27% da extensão urbanizada. A urbanização é fortemente concentrada no litoral; cinco estados concentram 50,35% da área urbanizada. Distrito Federal tem 11,5% e Amazonas apenas 0,05%. Listas de cidades com maior área urbana e maior proporção de áreas urbanizadas também são apresentadas. Analista Andressa Rosas destaca necessidade de monitoramento geoespacial para orientar políticas de ordenamento territorial.
Palavras-chave: IBGE, urbanização, área urbana, Brasil, cidades, litoral, ordenamento territorial.
Brasil — Um estudo do IBGE aponta que 59,11% da área do país está concentrada nos estados da região Norte e Centro-Oeste (Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, Mato Grosso e parte do Maranhão), enquanto apenas 14,27% da extensão urbanizada ocorre nesses estados.
Concentração — A urbanização é fortemente concentrada no litoral brasileiro, segundo a analista Andressa Rosas. Ela ressalta que, na faixa de fronteira e no interior, a ocupação tende a ser mais rara, acompanhando os principais eixos rodoviários do país.
Distribuição da área urbanizada — O IBGE também aponta que 50,35% da área urbanizada está distribuída em cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia.
Distrito Federal e Amazonas — O estudo aponta que o Distrito Federal tem 11,5% de área urbanizada, enquanto o Amazonas registra apenas 0,05%.
Cidades com maior área urbana — Na classificação por extensão da área urbana, as dez maiores são: São Paulo (922,41 km²), Brasília (662,54 km²), Rio de Janeiro (644,36 km²), Curitiba (338,41 km²), Goiânia (312,71 km²), Manaus (287,18 km²), Belo Horizonte (279,09 km²), Fortaleza (254,91 km²), Campo Grande (254,29 km²) e Campinas (253,56 km²).
Cidades com maiores proporções de áreas urbanizadas — Em 20 municípios, mais de 60% do território é urbano. Destaques iniciais: São Caetano do Sul (SP) 100%, São João de Meriti (RJ) 99,99%, Olinda (PE) 96,36%, Carapicuíba (SP) 94,29%, Osasco (SP) 93,38%, Taubaté da Serra (SP) 91,44%, Diadema (SP) 89,63%, Belo Horizonte (MG) 84,23%, Jandira (SP) 82,61%, Poá (SP) 82,51%, Fortaleza (CE) 81,61%, Belford Roxo (RJ) 79,66%, Curitiba (PR) 77,81%, Mauá (SP) 69,99%, Barueri (SP) 66,30%, Recife (PE) 66,02%, Hortolândia (SP) 62,44%, Ferraz de Vasconcelos (SP) 61,28%, São Paulo (SP) 60,64% e Natal (RN) 60,34%.
Conclusão — Os dados indicam que as áreas urbanizadas do Brasil apresentam dinâmicas heterogêneas que demandam “respostas integradas” por meio do monitoramento geoespacial, além de indicadores socioambientais, para orientar políticas públicas de ordenamento territorial, conforme a análise de Andressa Rosas.
