Resumo: Em sabatina na Zona Sul de São Paulo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) sinalizou Daniella Marques (Republicanos) como possível vice na sua chapa. O debate, promovido pelo G4 em parceria com o portal O Antagonista, discutiu alianças políticas e o calendário eleitoral. Bolsonaro afirmou que Daniella possui perfil para mobilidade social, economia e relação com o Congresso, e que o PL trabalha para oficializar o nome até o registro no TSE, marcado para 15 de agosto.
Zona Sul de São Paulo sediou a sabatina promovida pelo G4 em parceria com o portal O Antagonista, nesta terça-feira (4). O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que gostaria de oficializar a ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques (Republicanos), como candidata a vice-presidente em sua chapa.
O candidato destacou que, nas tratativas com o Republicanos, já deixou claro que Daniella é a pessoa que pode transmitir uma mensagem positiva e agregar à equipe, especialmente em áreas como mobilidade social, economia e relação com o Congresso.
Flávio Bolsonaro também ressaltou as qualidades técnicas e políticas de Daniella Marques, afirmando que ela se encaixa em vários papéis e que certamente estará ao seu lado caso a chapa seja consolidada.
ARTICULAÇÕES ELEITORAIS
Apesar de Daniella Marques figurar entre as cotadas, o Republicanos—seu partido—declara neutralidade a nível nacional na disputa presidencial. Flávio mencionou que tem até o dia 15 de agosto para oficializar o nome do vice, data que encerra o prazo para o registro das candidaturas no TSE.
Durante a sabatina, o candidato do PL criticou o cenário político atual, afirmando que o Brasil não vive uma democracia plena e defendendo a aprovação de uma anistia ainda no período de transição, caso vença as eleições de outubro.
“Alguém acha que a democracia está plena no nosso país? Alguém concorda com o que está acontecendo na investigação do filho do presidente Lula, com a interferência da própria Polícia Federal, isso é normal?”,questionou. “Vocês veem que a democracia não é plena quando um ministro sozinho do STF travou a dosimetria.”
