Resumo: Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagra operação contra grupo especializado em roubos a mansões. Quatro suspeitos presos; mandados em Andaraí, Água Santa e Morro do 18 (Zona Norte). Investigação aponta atuação regional e violência; crime inicial ocorreu em São Conrado.
Palavras-chave: PCERJ, operação policial, roubos a mansões, São Conrado, Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, RJ — A PCERJ, Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, deflagrou nesta quinta-feira (6/8) uma operação contra um grupo criminoso especializado em roubos a mansões de alto padrão. Investigadores da 15ª Delegacia de Polícia (Gávea) prenderam quatro suspeitos até o momento. Os mandados estão sendo cumpridos nos bairros do Andaraí e Água Santa, além da comunidade do Morro do 18, todos na Zona Norte do Rio de Janeiro.
As investigações tiveram início após um roubo a uma residência em São Conrado, no último domingo (3/8). Segundo a Polícia Civil, na ocasião o grupo agiu com violência extrema, mantendo as vítimas sob ameaça por cerca de três horas, enquanto as obrigavam a realizar transferências bancárias e roubavam joias, dinheiro e outros bens do imóvel.
A partir de um trabalho de inteligência e cruzamento de dados, as autoridades conseguiram delinear a estrutura da organização, os seus integrantes e as funções de cada um. As apurações indicam que o grupo atua em diferentes regiões do estado e emprega elevado grau de violência na prática dos crimes.
As diligências continuam para localizar e prender todos os integrantes da organização, bem como aprofundar as investigações sobre outros roubos atribuídos ao grupo.
A ação conta com o apoio de diversas forças e órgãos, incluindo a Ssinte (Subsecretaria de Inteligência), a Core (Coordenadoria de Recursos Especiais), o 1º DPA (1º Departamento de Polícia de Área), a 18ª DP (Praça da Bandeira) e a 76ª DP (Centro de Niterói), além da PRF, da PF, da Civitas, da Prefeitura do Rio e do setor de inteligência da SESP, reforçando a atuação integrada entre os órgãos de segurança pública para identificar, localizar e prender os integrantes da organização.

Crédito: PCERJ/Divulgação
