Resumo jornalístico
- CPTM mantém greve nas linhas 11, 12 e 13, atingindo o transporte na capital e região metropolitana.
- Decisão foi tomada em assembleia na CUT, encerrando por volta das 19h30.
- Primeiro dia de mobilização: menor oferta de trens nas linhas 11 e 12; linha 13 operou apenas parcialmente à noite.
- Trabalhadores também cobram garantias formais para empregos remanejados à empresa privatizada Trivia em julho deste ano; próxima assembleia às 17h de quarta-feira (5).
- Governo do estado aponta que cerca de 1.300 de 4.648 funcionários ainda não foram realocados; sindicalistas pedem instrumentos legais para assegurar vínculos.
Palavras-chave: CPTM greve, linhas 11 12 13, transporte público SP, greve em São Paulo
São Paulo, SP — A greve de trabalhadores da CPTM que atuam nas linhas 11, 12 e 13 permanece, afetando o transporte de passageiros na capital e na região metropolitana. A decisão foi tomada em assembleia realizada na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), encerrando por volta das 19h30.
No primeiro dia de mobilização, a oferta de trens foi significativamente reduzida nas linhas 11 e 12; a linha 13 não operou pela manhã e funcionou apenas de forma parcial no início da noite, efeito apontado pelos representantes sindicais como resultado de falta de diálogo com o governo estadual.
Os trabalhadores cobram garantias formais para os empregos daqueles que atuavam diretamente nas linhas e que foram cedidos à empresa privatizada Trivia em julho deste ano, como condição para manter a estabilidade de vínculos durante a transição.
A próxima assembleia está marcada para as 17h de quarta-feira (5), conforme organização dos sindicatos, que mantêm a mobilização até nova deliberação.
Segundo o governo do estado, cerca de 1.300 dos 4.648 funcionários ainda não foram realocados após a privatização, e existem compromissos de manter vínculos de todos os trabalhadores. Os sindicalistas, entretanto, contestam a falta de instrumentos legais para assegurar a continuidade do emprego e o direito à segurança dos profissionais durante o processo de reestruturação.
