Resumo:
Em Jandaíra (BA), na manhã desta segunda-feira, foi preso Leandro Silva dos Santos, o Maluquete, suspeito de comercializar fuzis para facções no Nordeste. Indicado como ligado ao PCC e ao BDM, ele operava sob nome falso e coordenava uma rede logística de armas, munições e cocaína. Prisão ocorreu durante a Operação Divisa Segura, com atuação da FICCO Bahia, Polícia Civil e Militar; esconderijos teriam sido localizados em Bahia, São Paulo e Sergipe.
Leandro Silva dos Santos, conhecido como Maluquete, foi detido na manhã desta segunda-feira em um imóvel de Jandaíra, na região Nordeste da Bahia, próximo à fronteira com Sergipe. Según as investigações, ele seria responsável pela comercialização e distribuição de fuzis a grupos criminosos que atuam na região, com ligações ao PCC e ao BDM.

Crédito: LiberdadeNews
Conforme apuração, o suspeito utilizava o nome “Pedro” para dificultar a identificação pelas forças de segurança.

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A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) informou que o suspeito foi localizado oculto em um imóvel, portando documentos falsos. A prisão ocorreu durante a Operação Divisa Segura, deflagrada pela FICCO Bahia, com participação das polícias Militar e Civil.

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As investigações indicam que o suspeito coordenava uma estrutura logística para o envio de armas, munições e cocaína para outros estados. Também é investigado por supostamente disponibilizar, mediante aluguel, armas de grosso calibre para grupos envolvidos em ataques a instituições financeiras e carros-forte. Hideouts teriam sido mantidos em diferentes estados, incluindo Bahia, São Paulo e Sergipe.

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Diligências – Após a prisão, as forças de segurança deram continuidade às buscas em outros locais que, segundo as investigações, serviam como esconderijos do grupo.
Objetivo da operação – A Operação Divisa Segura busca intensificar o enfrentamento a organizações criminosas que atuam nas áreas de divisa entre os estados, com foco no trânsito de armas e drogas.
Forças envolvidas – Participaram da ação equipes da FICCO Bahia, Polícia Civil e Polícia Militar, além do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), do Batalhão de Polícia de Choque e do BPATAMO.
As investigações devem prosseguir para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer a extensão da atuação do grupo criminoso.
Fonte: LiberdadeNews (parceiro do PrimeiroJornal).

