Resumo: Em 19 de setembro, o ministro Gilmar Mendes, do STF, usou as redes sociais para defender o TSE e criticar a politização da Justiça Eleitoral, citando relatório da ABIN sobre riscos de interferência externa. Mendes afirma que o risco interno é mais grave e cobra atuação de partidos e do MP Eleitoral. Palavra-chave: Gilmar Mendes, STF, TSE, ABIN, eleições, politização.

Crédito: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Em 19 de setembro, o ministro Gilmar Mendes, do STF, utilizou as redes sociais para defender o TSE e criticar a chamada politização da Justiça Eleitoral. A manifestação ocorre após Mendes ter entrado em embate público com membros da Corte Eleitoral.
Na publicação, Mendes cita reportagens da imprensa e aponta os riscos de interferência interna e externa nas eleições de outubro. Ao mencionar um relatório da ABIN que aponta o “risco crítico” de interferência dos Estados Unidos no pleito, o ministro classificou como mais grave o “risco que vem de dentro” associado à politicização da Justiça Eleitoral.
“Quem tenta engajar o Tribunal em proselitismo partidário deve avaliar se reúne condições de nele permanecer. E os partidos políticos e o Ministério Público Eleitoral devem fiscalizar atentamente se essas condições estão presentes, arguindo a suspeição nos casos em que ela se configure. É preciso, pois, que o TSE continue a coibir práticas abusivas e deturpadoras da vontade popular”, escreveu Mendes.
Matéria em atualização.

