Resumo
CNJ, sob a liderança de Edson Fachin, faz balanço do primeiro ano à frente do órgão em Brasília. Foram analisados 34 processos disciplinares, com 30 penalidades aplicadas. Prioridades: combater violência contra mulheres, enfrentar o crime organizado e reduzir a demora em processos previdenciários. Foco na aplicação prática das decisões.
Palavras-chave: CNJ, Edson Fachin, justiça, Brasília, violência contra mulher, crime organizado, previdenciários

O ministro Edson Fachin, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou um balanço de seu primeiro ano à frente do órgão. Em Brasília, ele afirmou que as instituições precisam servir à população e que as decisões do CNJ devem sair do papel para gerar efeitos concretos no cotidiano das pessoas.
Sobre o desempenho do período, Fachin informou que o CNJ avaliou 34 processos administrativos disciplinares e aplicou penalidades em 30 deles. Entre as prioridades citadas, destacou o combate à violência contra as mulheres, o enfrentamento ao crime organizado e a melhoria na tramitação de processos previdenciários.
“As instituições não se fortalecem para si mesmas; fortalecem-se para servir. É isto que estamos fazendo”, declarou o ministro durante a apresentação. Em seguida, ele explicou que, nesta primeira etapa, houve uma transição de norma para política judiciária e, a partir disso, para uma transformação prática da realidade.
O discurso reforça o compromisso do CNJ com a efetividade das decisões e a necessidade de que atos administrativos e normativos ganhem aplicação prática para a população, conforme leitura do próprio ministro à frente do Conselho.

