Resumo: Bahia sustenta desempenho no G8 do Brasileirão há três temporadas, mas admite necessidade de ampliar receitas para novo salto. Grupo City investe, porém o clube aponta dependência de vendas de atletas e melhoria na gestão de receitas para crescer além da estrutura atual.
Bahia mantém-se entre os oito melhores do Brasileirão há três temporadas, mas dirigentes destacam que o clube precisa ampliar suas receitas para avançar estruturalmente, segundo a avaliação do diretor de futebol Cadu Santoro durante entrevista coletiva neste sábado.
A importância do marco de 2023 – ao relembrar o início do projeto com a chegada do Grupo City, em 2023, Santoro afirmou que o objetivo inicial era apenas assegurar a permanência do Bahia na Série A.
Não existe dinheiro infinito – o dirigente rebateu a percepção de que o clube disponha de recursos ilimitados desde a transformação em SAF e a entrada do Grupo City. “Infelizmente, se comunica muitas vezes de que o dinheiro é infinito; de que a gente vai chegar aqui e sair contratando, independentemente do custo, para poder atingir o objetivo num curtíssimo prazo. Então, assim, algumas coisas são importantes de serem faladas.”
Resultados e números de 2025 – Santoro citou números de 2025 para mostrar a realidade econômica do clube: o Bahia figura como a 14ª maior receita da Série A e ocupa a 12ª posição na folha salarial da competição, mesmo assim, segundo ele, o time tem apresentado desempenho acima dessas métricas e permanece em posição de G8 há três temporadas.
Investimento, contratações e comissão técnica – o dirigente associou a regularidade dos resultados ao investimento do Grupo City, ao trabalho da comissão técnica e às contratações realizadas pelo clube.
Venda de atletas como parte do crescimento – para avançar a próxima etapa, Santoro destacou a necessidade de aumentar receitas e gerar recursos através da venda de jogadores, observando que, ao longo de três anos e meio, o clube tem investido mais do que tem recebido com negociações.
Conclusão – o Bahia entende que manter o ritmo de crescimento passa pela ampliação de receitas e pela consolidação de um modelo que equilibre investimento e ganhos com a venda de atletas, para sustentar a competitividade no Brasileirão e mirar um salto significativo nas próximas temporadas.
