Resumo: Em Salvador, o vice-presidente Geraldo Alckmin defende ajuste fiscal com foco em cortes de privilégios e “super salários”. Ele destacou que 70% dos aposentados do INSS recebem apenas um salário mínimo e reforçou a necessidade de crescer a economia para reduzir a dívida/PIB, protegendo a classe média. A visita, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues, integra mobilização para o segundo turno em apoio a Lula na Bahia.
O que aconteceu – Em Salvador, nesta quinta-feira (15), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) participou de uma coletiva com empresários baianos. Ele defendeu um ajuste fiscal centrado na eliminação de privilégios e nos chamados “super salários”, afirmando que não é função penalizar aposentados nem a classe média, especialmente em cenários de demanda contida.
Quem esteve envolvido – A ação ocorreu em Salvador, com a participação de Alckmin e autoridades locais, incluindo o acompanhamento de lideranças regionais durante o encontro com empresários baianos.
Foco do ajuste – O vice-presidente citou que o objetivo do ajuste é atacar os chamados “super salários” e privilégios que, em alguns casos, atingem valores de R$ 300 mil a R$ 400 mil. Além disso, mencionou a avaliação dele sobre a condução econômica de Lula e alertou sobre os riscos de colocar pessoas inexperientes em cargos de alta relevância, fazendo referência a Flávio Bolsonaro (PL).
A solução proposta – Segundo Alckmin, a saída para manter as contas públicas está no crescimento econômico: ampliar o PIB, gerar empregos e conter despesas, para melhorar a relação dívida/PIB e evitar recessão, protegendo a classe média e a população de baixa renda de encargos adicionais do ajuste.
Contexto político – A visita, acompanhada do governador reeleito Jerônimo Rodrigues (PT), faz parte de uma mobilização nacional para o segundo turno das eleições presidenciais, com o objetivo de fortalecer a campanha de Lula na Bahia.

