Resumo principal: O DJ Alok denunciou, em sua conta no X, dificuldades enfrentadas por povos originários para votar no segundo turno, citando problemas logísticos e falta de recursos. Ele informou que poderia custear o transporte, mas a legislação proíbe esse tipo de incentivo privado no período eleitoral. Parlamentares indígenas também acionaram o TSE para assegurar condições de acesso às urnas.
Contexto e afirmações: Alok afirmou que as prefeituras e órgãos da Justiça Eleitoral precisam garantir que todos consigam chegar às zonas de votação, destacando a participação histórica dos povos indígenas na construção do país. “A democracia não começa na contagem dos votos, começa garantindo que todos possam chegar às urnas”, declarou o artista, citando o papel do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na atuação imediata.
Perfil do ator: além de ativista ambiental, Alok figura na lista da Time como um dos 100 líderes climáticos mais influentes. Em 2024, lançou o projeto “O Futuro é Ancestral”, um álbum indicado ao Grammy Latino, produzido em parceria com oito etnias indígenas brasileiras, reforçando seu engajamento com causas culturais e ambientais.
Movimento político e participação parlamentar: no âmbito institucional, as deputadas federais Sonia Guajajara (PSOL–SP) e Célia Xakriabá (PSOL–MG) protocolaram, em 9 de outubro, um ofício no TSE pedindo medidas urgentes para assegurar o direito de voto às comunidades indígenas no segundo turno. As parlamentares relataram relatos de lideranças de Minas Gerais, Mato Grosso, Amapá, Pernambuco e Amazonas sobre transporte inadequado e insuficiente para o deslocamento até as urnas.
Crédito: Bahia Notícias.
