– Pablo Marçal, empresário e coach, aliado de Flávio Bolsonaro, questiona o encerramento das urnas em vídeo divulgado no Brasil.
– Alega diferenças de horário entre regiões e cita levantamentos internos com números que favoreceriam seu aliado.
– Crítica à judicialização da campanha e cita frases atribuídas a um ministro do STF.
– Pronunciamento durou cerca de 10 minutos.
Pablo Marçal, empresário e coach, apoiador de Flávio Bolsonaro (PL) e figura associada à campanha, publicou um vídeo no qual questiona o encerramento das urnas e a condução da apuração no Brasil. O pronunciamento, com duração de aproximadamente dez minutos, aborda supostas irregularidades no fechamento de sessões eleitorais e levanta dúvidas sobre a lisura do resultado.
Segundo Marçal, houve divergência de horário entre regiões na hora do fechamento das votações. Ele relatou um relato em tom provocativo: “Treze minutos para fecharem as urnas. Só que as urnas que estavam abertas eram do Nordeste. Engraçado que, no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, todas as seções foram fechadas às 17 horas em ponto”, afirmando que tais variações teriam ocorrido conforme levantamentos internos.
O empresário também mencionou dados obtidos por meio desses levantamentos, sustentando que números indicariam uma vitória expressiva de seu aliado. Em tom de aposta política, declarou: “A pesquisa boca de urna estava dando 5 milhões e 500 mil votos”.
Marçal afirmou ainda que integrantes da oposição estariam buscando construir justificativas para contestar o resultado e evitar o reconhecimento da derrota, sugerindo que a narrativa adversária seria orientada a degradar a imagem do grupo apoiado por ele.
Transporte de eleitores foi outro tema abordado. O empresário rebateu alegações de dificuldades logísticas, alegando que há registros de vídeos do Nordeste que mostram não haver indisponibilidade de ônibus para deslocamento de eleitores.
Ao mencionar o Judiciário, Marçal citou uma frase atribuída a um ministro do Supremo Tribunal Federal sobre disputas eleitorais: “Eleição não se ganha, eleição se toma”, além de outra frase associada ao mesmo ministro, “Perdeu, ganhou”. Sobre o STF, o empresário questionou a atuação da Corte em temas eleitorais e criticou a judicialização da campanha, afirmando que isso gera caos e custos públicos, e perguntando o que o STF estaria fazendo diante de decisões já proferidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O pronunciamento teve duração de cerca de dez minutos e marcou, segundo o relato, uma tentativa de contestar o andamento da apuração e sinalizar discordância com o resultado eleitoral, conforme apresentado pelo participante.
