Resumo – Dólar fecha em alta de 0,97% a R$ 5,224; Ibovespa avança 0,46% com Petrobras puxando as ações; Brent atinge US$ 102,31 e WTI chega a US$ 92,87; tensões no Oriente Médio e a oferta de petróleo influenciam o mercado. Fonte: Reuters, parceria com o PrimeiroJornal.
Dólar fecha em alta em 1º de outubro — O dólar comercial encerrou o pregão desta quinta-feira, 1º de outubro, com alta de 0,97% e cotação de R$ 5,224, tendo mínimos de R$ 5,169 (às 9h40) e máximos de R$ 5,240 durante a sessão. O movimento acompanha a valorização externa da moeda e é alimentado pela aversão ao risco provocada por tensões no Oriente Médio e pela alta do petróleo.
Ibovespa sobe com Petrobras — O Ibovespa, principal indicador da bolsa brasileira, fechou o primeiro pregão de outubro em alta de 0,46%, aos 187.197,46 pontos. A valorização foi puxada principalmente pelas ações da Petrobras, apesar da cautela dos investidores diante do cenário internacional e da proximidade do primeiro turno das eleições.
Petróleo registra forte avanço — O Brent fechou a US$ 102,31 por barril, alta de 4,37%, enquanto o WTI subiu 2,71%, para US$ 92,87. O movimento foi impulsionado pela escalada de tensões no Oriente Médio e por preocupações com a oferta global de combustíveis, com o petróleo ganhando fôlego à tarde diante de informações sobre deslocamento de forças militares e incertezas sobre o conflito.
Cenário internacional e inflação — O dia também refletiu atenções sobre inflação e juros, com o DXY, índice que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de moedas fortes, avançando cerca de 0,58% para 102,04 pontos. Além disso, surgiram sinais sobre possíveis liberações de estoques de diesel pela União Europeia e sobre medidas relacionadas à oferta global.
Resumo mensal — Em setembro, o Ibovespa registrou alta de 5,0% e o volume financeiro da sessão ficou em torno de R$ 26 bilhões. Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou em alta de 0,19%, acompanhando a preservação de fluxos de capital diante das perspectivas sobre inflação e juros.
Informação originalmente publicada pela Reuters, parceira do PrimeiroJornal.

