Resumo: O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que, se eleito, seu pai Jair Bolsonaro o colocará na presidência em 6 de janeiro de 2027. Em 2025, Jair Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão por esquema golpista. A defesa busca revisão criminal; o ministro Kassio Nunes Marques pode analisá-la após o segundo turno. Propostas vão desde a maioridade penal até críticas a Lula.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, afirmou que, se eleito, seu pai, Jair Bolsonaro, o colocará na presidência no dia 6 de janeiro de 2027. “Vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocando a faixa de presidência em mim”, declarou o senador.
Em 2025, Jair Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão por um esquema golpista. A defesa do ex-presidente solicitou uma revisão criminal, cuja análise é esperada pelo ministro Kassio Nunes Marques após o segundo turno das eleições. Antes da decisão, o ministro deverá ouvir a Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre os novos argumentos apresentados pela defesa. A revisão foi apresentada no final de setembro e pode influenciar o andamento do processo.
No mesmo evento, Flávio Bolsonaro também se comprometeu a reduzir a maioridade penal para 16 anos e a implementar penas mais severas para crimes como o roubo de celulares. Ele enfatizou que menores que cometem crimes graves devem ser punidos de forma equivalente aos adultos. Segundo ele, ladrões de celulares enfrentariam penas de até 8 anos de prisão e teriam que trabalhar para custear sua estadia na prisão. Essa proposta visa endurecer as leis contra a criminalidade juvenil.
Além disso, Flávio criticou o atual presidente Lula, afirmando que sua era é marcada por recordes negativos, como o aumento de assassinatos de mulheres, o endividamento da população e o fechamento de empresas. Ele declarou que é hora de um novo rumo para o Brasil.

