Resumo jornalístico: Centro Administrativo da Bahia (CAB): MPBA cria força-tarefa para coletar, preservar e analisar provas de supostas manifestações xenófobas após o 1º turno das eleições; atuação envolve Caocrim, Caodh, Nucciber, Promotoria de Justiça de Direitos Humanos e CSI; coletiva ocorreu no CAB no dia 7; objetivo é identificar autores e subsidiar investigações.
Palavras-chave: xenofobia, eleições, MPBA, CAB, força-tarefa, Caocrim, Nucciber.
O Ministério Público da Bahia (MPBA) iniciou, nesta terça-feira (6), trabalhos de coleta, preservação e análise de provas ligadas a possíveis manifestações xenófobas registradas após a divulgação do resultado do primeiro turno das eleições.
As primeiras informações sobre a atuação da força-tarefa foram apresentadas nesta quarta-feira (7), durante entrevista coletiva na sede da instituição, no Centro Administrativo da Bahia (CAB).
A força-tarefa reúne áreas finalísticas e especializadas do MPBA para identificar autores, preservar evidências digitais e subsidiar a adoção das medidas cabíveis. A criação do grupo foi motivada pelo elevado número de manifestações ofensivas registradas após o processo eleitoral, o que demandou uma atuação coordenada para assegurar a preservação das provas e o apoio técnico às promotorias responsáveis pela apuração.
Coordenado pelo Caocrim, o promotor de Justiça Adalto Araújo destacou que a atuação inicial está centrada na coleta e preservação dos elementos probatórios necessários à análise de cada caso. “O objetivo é realizar um trabalho técnico de preservação e coleta de provas para subsidiar a atuação da Promotoria de Justiça que analisará cada situação. Com o apoio do Nucciber, estamos reunindo elementos que permitam identificar autores, preservar conteúdos e fornecer o suporte necessário para a adoção das medidas cabíveis”, afirmou.

