Resumo: Ministério Público da Bahia denuncia 11 integrantes da torcida organizada Bamor por crimes coordenados, com atuação na sede da entidade. MP-BA solicita condenação, prisão preventiva mantida e indenizações por danos materiais e morais; reparação por danos morais coletivos estimada em R$ 2 milhões. Denunciados incluem dirigentes da Bamor e um policial militar; Justiça ainda analisará o caso.
Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), 11 integrantes da torcida organizada Bamor foram denunciados por crimes descritos como atuação coordenada, com divisão de tarefas entre os envolvidos e uso da sede da própria entidade para a prática de atividades ilícitas. A denúncia não informa a data exata dos fatos, mas aponta que o esquema ocorreu na sede da Bamor e envolveu dirigentes da organização.
Entre as medidas, o MP-BA solicita a condenação individual de cada denunciado, bem como a manutenção das prisões preventivas. O órgão também requer indenizações às vítimas por danos materiais e morais e a fixação de uma reparação por danos morais coletivos no valor de 2 milhões de reais. A acusação envolve diversos cargos da diretoria da Bamor, além de um policial militar citado pela instituição como participante da torcida.
VEJA QUEM FOI DENUNCIADO: Matheus Pires Castro, presidente da Bamor; Luciano da Silva Venâncio, vice-presidente; Gabriel Pereira Silva, diretor-geral; Daniel Sena Duarte, diretor de sede; Ricardo Henrique Almeida da Silva, diretor de marketing; Diego Allan Conceição Sacramento, diretor de patrimônio; Ivã Cleiton de Jesus Santos, diretor de bateria; Luiz Wagner da Silva Santana, diretor de sede; Alan Rafael Regis Alves de Aquino, diretor financeiro; e o policial militar Fernando Santana Esquivel, apontado pela MP-BA como integrante da torcida organizada.
A denúncia ainda será analisada pela Justiça. O oferecimento da acusação pelo MP não representa condenação, e os denunciados poderão apresentar defesa no decorrer do processo.

