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Daniela Mercury, Caetano Veloso e Maria Bethânia apoiam Margareth Menezes no MinC após manifesto

Daniela Mercury, Caetano Veloso e Maria Bethânia apoiam Margareth Menezes no MinC após manifesto
Daniela Mercury, Caetano Veloso e Maria Bethânia apoiam Margareth Menezes no MinC após manifesto

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RESUMO: Daniela Mercury defende a permanência de Margareth Menezes no MinC após manifesto de mais de 200 artistas pedindo mudanças para 2027, ressaltando a trajetória da ministra e o papel social da cultura.

A cantora e compositora Daniela Mercury saiu em defesa da manutenção de Margareth Menezes à frente do Ministério da Cultura (MinC) no governo Lula, após um manifesto assinado por mais de 200 artistas pedindo alterações na pasta para 2027. Embora o documento não mencione o nome de Margareth de forma direta, ele critica a condução da pasta ao apontar que, mesmo com recursos significativos, não houve um projeto robusto para a cultura brasileira e descreve a gestão de editais e de incentivos fiscais como falhas estruturais.

Para quem assinou o manifesto, o texto divulgado pelas redes sociais aborda o cenário que Margareth herdou ao reassumir o ministério, após a extinção de áreas relacionadas durante o governo anterior. Daniela descreveu o quadro como devastador e afirmou que conduzir a pasta da cultura após um período de desmonte das políticas culturais constitui um desafio gigantesco; a escolha de Margareth para liderar o ministério foi recebida como um alívio por trabalhadores da arte que conheciam de perto seu trabalho nos palcos e nos bastidores da cultura.

Visão sobre a gestão cultural: segundo Mercury, Margareth não é apenas uma artista de destaque, mas uma conhecedora profunda da cultura afro-brasileira e uma gestora que nasceu na Bahia, berço cultural do país. A artista destacou a importância de a ministra ter articulado iniciativas sociais relevantes, como projetos que fortalecem a Axé Music e espaços de fomento cultural, citando ainda exemplos de ações sociais como o Mercado Iaô. Para Daniela, Margareth tem consistência, história e legado, e é fundamental manter sua atuação à frente do MinC.

Repercussões entre colegas e fãs: além de Daniela Mercury, a cantora Maria Bethânia publicou apoio à gestão de Margareth Menezes no MinC, ressaltando a atualidade do Dia Nacional da Cultura. Caetano Veloso também reagiu em tom de celebração junto ao coletivo 342 Artes, mantendo o tom de reconhecimento à ministra. Outros artistas como Belo Veloso, Preto Zezé, Duda Beat, Astrid Fontenelle, Leona Cavalli e Jackson Costa, bem como seguidores, também manifestaram apoio, reforçando a esperança de continuidade de políticas culturais públicas.

Questionamento de observadores: por fim, o escritor Celso Athayde comentou que ficou curioso ao saber do abaixo-assinado e externalizou críticas à condução das manifestações, sugerindo que, em certos momentos, a crítica parecia se afastar de uma avaliação objetiva sobre a gestão da pasta.

RESUMO: Margareth Menezes é defendida como responsável pela reconstrução do Ministério da Cultura, após o seu desmantelamento na gestão anterior, com reações de artistas baianos e elogios de autoridades locais; Zélia Duncan critica o fogo amigo e Bruno Monteiro celebra avanços que ampliam a cultura como direito de todos.

A discussão sobre a condução da Cultura ganhou contornos públicos após uma postagem do fundador da CUFA, que provocou respostas de artistas baianos e gestores culturais, destacando o trabalho de Margareth Menezes na reconstrução da pasta após o seu desmonte na gestão anterior.

A cantora Zélia Duncan avaliou que o ministério da Cultura foi dizimado na gestão anterior e precisava ser reconstruído, acrescentando que enfrentar o que chamou de fogo amigo não deveria significar destruição, pois é preciso reconhecer o contexto e o trabalho já realizado.

O Secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, celebrou a atuação de Margareth Menezes à frente da pasta, destacando a coragem de reconstruir o ministério e de implementar políticas públicas que enxergam a cultura em toda a sua diversidade. Ainda há muito a avançar, segundo ele, mas afirmou que com Margareth Menezes e Marcio Santos a cultura deixou de ser privilégio de poucos para se tornar direito de todos.

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