Lula vê Enem 2026 como batalha contra o retrocesso e ressalta protagonismo feminino
RESUMO: Lula, em Brasília, define o Enem 2026 como guerra contra o retrocesso e ressalta a educação superior; o exame envolve 5.051.345 candidatos, 1.900 municípios, 596.812 profissionais e provas em dois fins de semana.
Em Brasília, na sala de monitoramento do Enem 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva descreveu a realização do exame como uma guerra contra o retrocesso e convocou uma mobilização nacional em defesa da educação, destacando a relevância da educação superior para ampliar oportunidades profissionais e consolidar a autonomia dos brasileiros.
Ao tratar do acesso às universidades, Lula afirmou que o diploma não é um prêmio, mas um caminho de respeito e emancipação; ele lembrou experiências pessoais para reforçar a importância de investir no ensino superior e na independência das pessoas.
A edição de 2026 tornou-se histórica pela infraestrutura: pela primeira vez, o Enem contará com locais de aplicação em mais de 1.900 municípios, envolvendo 596.812 profissionais em todo o país.
Segundo dados do sistema, o total de candidaturas confirmadas atingiu 5.051.345, com as mulheres representando 63,98% (3.232.013) e os homens 36,02% (1.819.332).
A organização do exame prevê cronograma em dois fins de semana: neste domingo (8) ocorre a prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas tecnologias e redação; no domingo seguinte (15) serão aplicadas Matemática e suas tecnologias e Ciências da Natureza e suas tecnologias.





