ONU enfatiza proteção a jornalistas e garantia de acesso à informação
RESUMO: ONU alerta que jornalistas continuam pagando um preço alto por dizer a verdade; em 2024-2025, 189 profissionais foram assassinados no mundo, o maior número desde 2014/2015.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, afirmou que jornalistas em todo o planeta continuam pagando um preço elevado por revelar a verdade, ao marcar o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas.


A data homenageia os jornalistas Ghislaine Dupont e Claude Verlon, da Rádio France Internationale (RFI), assassinados em 2 de novembro de 2013, no Mali.
Para 2026, a ONU pretende mostrar como novas tecnologias e armamentos estão transformando os riscos enfrentados por repórteres, especialmente em zonas de conflito, com ataques por drones entre as ameaças citadas.
Mortes de jornalistas
Segundo a ONU, nos anos 2024 e 2025 ocorreram 189 assassinatos de jornalistas ao redor do mundo — o maior registro desde o biênio 2014/2015 — com a maioria das mortes em áreas de conflito.
A presidente da Fenaj, Samira de Castro, destacou a necessidade de pressionar governos para investigar e processar os responsáveis por crimes contra jornalistas, reiterando que o assassinato de qualquer profissional da imprensa é inaceitável.
Pelo FIJ, a campanha deste ano questiona quem ordenou e planejou os ataques e quem é o responsável final, enfatizando que tais perguntas não devem ficar sem resposta.






